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Agentes comunitários fortalecem a saúde pública no combate às endemias

Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias destacam a importância de vínculos de confiança com as famílias para a saúde pública.

Foto: Luis G Ferreira/MS
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  • Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes de Combate às Endemias (ACE) são fundamentais na saúde pública brasileira.
  • Profissionais como Cíntia Fernanda de Lima, de Ponta Negra, Natal (RN), e Rutheneia Silva Barreto, de Santa Cruz Cabrália, Bahia, destacam a importância das relações de confiança com as famílias.
  • Cíntia ressalta que a proximidade com os usuários é essencial para criar vínculos e facilitar o acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de visitas domiciliares.
  • Rutheneia atua na vigilância ambiental, orientando moradores sobre a eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti e mapeando focos de doenças como dengue e zika.
  • Ambos participam de campanhas de saúde e atividades educativas, mostrando que são mais do que profissionais, mas também presenças transformadoras em suas comunidades.

Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes de Combate às Endemias (ACE) desempenham funções essenciais na saúde pública brasileira. Recentemente, relatos de profissionais como Cíntia Fernanda de Lima e Rutheneia Silva Barreto ressaltam a importância das relações de confiança que estabelecem com as famílias, transformando o cuidado em uma experiência cotidiana e próxima.

Cíntia, que atua em Ponta Negra, Natal (RN), destaca que a proximidade com as famílias é fundamental para criar vínculos de confiança. “O contato direto nos faz criar vínculos importantes, já que o usuário passa a confiar em você e na equipe”, afirma. Esse relacionamento é crucial para derrubar barreiras e facilitar o acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS). As visitas domiciliares realizadas pelos ACSs permitem identificar necessidades de saúde e incentivar hábitos preventivos.

A importância do trabalho em equipe

Rutheneia, que trabalha em Santa Cruz Cabrália, na Bahia, exemplifica o papel dos ACEs na vigilância ambiental e no controle de doenças como dengue e zika. “Oriento os moradores sobre como eliminar criadouros e manter os reservatórios limpos”, explica. Seu trabalho é um esforço coletivo, pois depende da colaboração da comunidade para ser eficaz. Rutheneia mapeia imóveis e terrenos baldios, identificando focos do mosquito Aedes aegypti.

Além das visitas, ambos os profissionais participam de campanhas de saúde e atividades educativas que promovem a conscientização sobre a importância da prevenção. As histórias de Cíntia e Rutheneia demonstram que os agentes de saúde não são apenas profissionais do SUS, mas também presenças afetivas e transformadoras em suas comunidades, levando informação e esperança para todos.

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