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Osteoporose: 5 hábitos para fortalecer os ossos

Doença afeta cerca de 200 milhões de mulheres no mundo

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  • A osteoporose afeta cerca de duzentas milhões de mulheres no mundo, segundo a International Osteoporosis Foundation (IOF).
  • A doença enfraquece os ossos e aumenta o risco de fraturas, comprometendo a qualidade de vida.
  • Hábitos saudáveis desde a infância, como alimentação equilibrada e atividade física, são essenciais para a saúde óssea, segundo o médico nutrólogo Nataniel Viuniski.
  • Cinco hábitos que ajudam a evitar a osteoporose incluem:
  • Praticar exercícios diariamente, especialmente os de impacto e resistência.
  • Investir na ingestão adequada de cálcio, presente em laticínios e vegetais.
  • Garantir níveis adequados de vitamina D, que ajuda na absorção do cálcio.
  • Manter uma alimentação variada e equilibrada, rica em proteínas e micronutrientes.
  • Evitar o tabagismo e reduzir o consumo de álcool, que prejudicam a saúde óssea.

A osteoporose afeta cerca de 200 milhões de mulheres em todo o mundo, segundo a International Osteoporosis Foundation (IOF). É uma doença silenciosa, que enfraquece os ossos, aumenta o risco de fraturas e pode comprometer a qualidade de vida.

Entretanto, existem hábitos simples que ajudam a construir e a manter os ossos fortes ao longo de toda a vida. “Eles deveriam começar na infância, com uma alimentação equilibrada e prática de atividade física, e serem mantidos na fase adulta e no envelhecimento”, afirma o médico nutrólogo Nataniel Viuniski, membro do Conselho Para Assuntos Nutricionais da Herbalife desde 2004.

Abaixo, veja cinco hábitos que ajudam a evitar a osteoporose:

1. Praticar exercícios diariamente

Exercícios de impacto, como correr, dançar, subir escadas, pular corda, e de resistência, como a musculação, estimulam os ossos a se renovarem e se fortalecerem, contribuindo para aumentar ou preservar a densidade mineral óssea, conforme estudos. Isso acontece porque o esforço físico estimula os osteoblastos, células responsáveis por formar tecido ósseo novo. “Daí a importância de praticar exercício físico com regularidade e, se possível, variando os estímulos”, orienta Viuniski.

2. Investir no cálcio

A ingestão adequada desse mineral é imprescindível para os ossos, uma vez que a falta dele pode levar a uma redução da densidade da matriz óssea, que se torna mais porosa e frágil. O cálcio pode ser obtido a partir de alimentos como leite, queijos, iogurtes, vegetais verde-escuros (couve, espinafre, brócolis), além de sementes e oleaginosas. “Em alguns casos, a suplementação diária pode ser indicada. Converse com seu médico ou nutricionista que poderão avaliar se esse é o seu caso”, orienta Viuniski.

3. Vitamina D

De nada adianta consumir cálcio se o corpo não conseguir absorvê-lo adequadamente. É aí que entra a vitamina D, fundamental para a saúde dos ossos. Esse nutriente regula a absorção de cálcio e fósforo no intestino, permitindo que eles sejam incorporados à matriz óssea. “A principal maneira de sintetizar a vitamina D é por meio da exposição solar. Para isso, é importante se expor ao sol por cerca de 20 minutos diariamente. Mas consumir alimentos como peixes gordurosos, gema de ovo e itens fortificados também contribuem para os níveis dela no organismo. E, quando há deficiência, a suplementação pode ser necessária”, coloca o nutrólogo.

4. Boa alimentação

Uma dieta variada e equilibrada também é fundamental para manter os ossos fortes. As proteínas, por exemplo, são essenciais para a formação da matriz óssea e do colágeno, que servem de base para a deposição de cálcio. Além disso, segundo a International Osteoporosis Foundation (IOF), uma alimentação com quantidade adequada de proteínas beneficia a saúde óssea quando acompanhada de ingestão suficiente de cálcio. A IOF também destaca a importância do consumo de frutas e vegetais, bem como de micronutrientes como magnésio, vitamina K e zinco.

5. Não fumar e reduzir a ingestão de álcool

Enquanto tabagismo compromete a circulação sanguínea e a atividade dos osteoblastos, o consumo excessivo de álcool atrapalha a absorção de cálcio e vitamina D, além de aumentar o risco de quedas. Mais um motivo para evitar os exageros na cervejinha do fim de semana, não acha?

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