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Gesto comovente inspira lições de coragem e amor abnegado

A advogada Juliane Vieira pendurou-se em suporte de ar-condicionado do 13º andar para salvar a mãe e o sobrinho em Cascavel, PR; está em coma com cerca de 90% do corpo queimado

A advogada Juliane Vieira, de 28 anos, arriscou a própria vida para salvar sua a mãe, de 51 anos, e seu sobrinho, de 4 a aninhos. Foto: Reprodução redes sociais
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  • A advogada Juliane Vieira, 28 anos, se pendurou em um suporte de ar-condicionado no 13º andar de um prédio em Cascavel, Paraná, na última quarta-feira (15), para salvar a mãe, 51 anos, e o sobrinho, 4 anos, durante um incêndio; Juliane está em coma com cerca de 90% do corpo queimado.
  • A atitude reacende o debate sobre amor abnegado e sacrifício, conhecido como amor ágape.
  • Em 2017, a professora Heley de Abreu Silva Batista morreu tentando proteger crianças na creche Gente Inocente, em Minas Gerais; mais recentemente, o aposentado José Donizete Luca, 65 anos, faleceu afogado após salvar o filho e o sobrinho em um acidente de barco.
  • O pastor e psicólogo José Paulo Moura Antunes afirma que o instinto de proteção é inerente aos pais e que o amor verdadeiro não busca recompensas.
  • O pastor Marciley Neves, CEO do aplicativo Touch Peace, ressalta que o amor deve ser a regra de vida e que colocar a vida do outro acima da própria é reflexo do caráter de Deus.

A advogada Juliane Vieira, de 28 anos, se pendurou em um suporte de ar-condicionado no 13º andar de um prédio em Cascavel, Paraná, na última quarta-feira (15), para salvar sua mãe, de 51 anos, e seu sobrinho, de 4 anos, durante um incêndio. Juliane está em coma, com cerca de 90% do corpo queimado. Sua atitude resgata a discussão sobre o amor abnegado e o sacrifício.

Histórias de coragem como a de Juliane são raras, mas não isoladas. Em 2017, a professora Heley de Abreu Silva Batista morreu ao tentar proteger crianças em um incêndio na creche Gente Inocente, em Minas Gerais. Mais recentemente, o aposentado José Donizete Luca, de 65 anos, faleceu afogado após salvar seu filho e sobrinho durante um acidente em um barco. Esses atos exemplificam o que se chama de amor ágape, um amor incondicional e sem limites.

O pastor e psicólogo José Paulo Moura Antunes explica que o instinto de proteção é inerente aos pais. Ele ressalta que o amor verdadeiro não busca recompensas. “O que motiva um pai ou mãe a agir assim é o desejo de proteger seus filhos, mesmo que isso signifique arriscar a própria vida”, afirma. Para ele, o amor ágape deve ser praticado no dia a dia, manifestando-se em ações simples e significativas.

O pastor Marciley Neves, CEO do aplicativo Touch Peace, reforça que o amor deve ser a regra de vida. Ele destaca que a disposição de colocar a vida do outro acima da própria é um reflexo do caráter de Deus. “Amar é um ato revolucionário que cura feridas e restaura relacionamentos”, conclui. A história de Juliane, registrada em vídeo, se junta a outras narrativas que inspiram reflexões sobre o sacrifício e o amor verdadeiro.

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