- A presença ativa dos pais nas brincadeiras fortalece vínculos, previne lacunas emocionais e contribui para o desenvolvimento saudável das crianças.
- Cria uma linguagem de presença que aproxima pais e filhos, promovendo confiança e afeto na relação.
- Brincar em família ajuda a desenvolver habilidades sociais como empatia, cooperação e resolução de conflitos.
- Recomenda-se que a brincadeira seja rotina diária, mesmo que por poucos minutos, priorizando qualidade e envolvimento emocional.
- O brincar deve ser livre, criativo e sem cobranças, com pais presentes mas sem controlar, para estimular autonomia e expressão infantil.
A presença ativa dos pais nas brincadeiras fortalece vínculos familiares e contribui para o desenvolvimento emocional das crianças, segundo a especialista Cris Poli. A ideia é que a brincadeira seja uma linguagem de presença e aproximação.
Segundo Poli, quando os pais participam das atividades lúdicas, a relação de confiança e afeto se fortalece, reduzindo lacunas emocionais que podem surgir sem contato significativo com os responsáveis.
A participação dos pais, afirma a especialista, ajuda a ensinar valores, estimular a criatividade e desenvolver habilidades sociais como empatia, cooperação e resolução de conflitos.
Para Poli, o momento de brincar deve virar rotina diária, mesmo que por poucos minutos. A qualidade do tempo juntos importa mais que a duração da atividade.
Ela ressalta que o brincar precisa ser livre e criativo, sem cobranças excessivas. Pais presentes ajudam a ampliar a autonomia e a expressão das crianças.
Cris Poli encerra destacando que a participação familiar no brincar é uma das melhores formas de promover uma infância feliz, saudável e com bem-estar emocional.
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