Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Não dar celular à criança na infância: minha experiência e resultados

Mãe resiste a entregar smartphone na infância; filhos não ficam isolados e estudos apontam riscos de telas para sono, aprendizagem e socialização

Postergar entrega do smartphone virou batalha épica diária para muitas mães. Mas vale a pena resistir
0:00
Carregando...
0:00
  • A autora decidiu postergar a entrega de celular aos filhos; em 12 anos, eles não ficaram isolados e conseguiram ligar quando necessário.
  • Ela aponta pressão social: grupo de colegas e adultos sugerindo que a criança ficará para trás se não tiver smartphone.
  • Estudos citados indicam riscos associados ao uso de telas, como depressão, obesidade, prejuízo no sono e impactos na aprendizagem e na socialização.
  • Brasil aprovou o ECA Digital; outros países avaliam restringir o acesso de menores a redes sociais, entre eles Austrália, França, Reino Unido, Portugal, Dinamarca, Grécia, Holanda e a União Europeia.
  • A autora afirma que manter as crianças sem celular tem ficado na coluna dos acertos, segundo sua experiência pessoal.

Na experiência de uma mãe brasileira, a entrega de smartphones aos filhos tem sido alvo de resistência constante. Aos 12 anos, seus filhos ainda não possuem celular, e a decisão é apresentada como vitória pessoal diante da pressão social.

Segundo a mãe, a decisão não as isolou, e em situações pontuais foi possível contatar a escola ou pedir apoio para usar telefones de terceiros. Ela afirma que a rotina de leitura, brincadeiras e convívio foi preservada sem depender da tela.

Pesquisas recentes indicam riscos associados ao uso precoce de smartphones, incluindo impactos no sono, na depressão e no desempenho escolar. Especialistas também alertam sobre grupos de ódio e conteúdos inadequados que podem alcançar jovens.

Contexto global e mudanças de cenário

Países como Austrália, França, Reino Unido e outros avaliam restrições para menores de idade nas redes sociais. O Brasil já tem regras para plataformas por meio do ECA Digital, enquanto debates sobre proteção a jovens ganham espaço em diferentes regiões.

Apesar da pressão social, a prática de postergar a entrega de dispositivos tem ganhado adesão entre famílias e movimentos que incentivam o equilíbrio entre atividades offline e digitais. A decisão é apresentada como uma escolha consciente de manejo do tempo e do desenvolvimento infantil.

Os relatos destacam que, mesmo sem celular próprio, crianças conseguem manter contato quando necessário, via recursos compartilhados ou telefonemas esporádicos. O debate sobre o tema continua em pauta, com foco na proteção e no equilíbrio.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais