- Larissa Manoela, diagnosticada com endometriose há cerca de seis anos, fez relatos durante a campanha Março Amarelo.
- A atriz revelou medo de não engravidar, dizendo que seu maior sonho é ser mãe.
- Sintomas foram ignorados na adolescência, com cólicas intensas que atrapalharam a rotina até o diagnóstico.
- A endometriose ocorre quando tecido semelhante ao útero cresce fora do órgão; pode causar dores fortes e, em alguns casos, dificuldade para engravidar. A Organização Mundial da Saúde estima que entre cinco por cento e quinze por cento das mulheres em idade reprodutiva convivem com a doença; no Brasil são cerca de oito milhões e no mundo, mais de cento e noventa milhões.
- O tratamento é contínuo, com consultas semestrais e sem cirurgia até o momento; o controle envolve exercícios físicos, alimentação, uso de medicamentos e acompanhamento especializado.
A atriz Larissa Manoela abriu o relato sobre a convivência com a endometriose, doença que diagnosticou há cerca de seis anos. O tema ganhou destaque durante a campanha Março Amarelo, voltada à conscientização da condição, sintomas e diagnóstico precoce. Ela descreveu impactos físicos e emocionais, mantendo o foco em informação e prevenção.
O diagnóstico surgiu após dores intensas e cólicas frequentes que a acompanhavam desde a adolescência. A partir disso, percebeu que aquilo não era normal e passou a buscar tratamento médico. A experiência levou a reforçar a importância de ficar atento aos sinais, mesmo quando parecem comuns.
A endometriose ocorre quando tecido similar ao que reveste o útero cresce fora dele, em locais como ovários e trompas. Pode causar dores fortes, desconforto contínuo e, em alguns casos, dificuldade para engravidar. Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que entre 5% e 15% das mulheres em idade fértil convivem com a doença, cerca de 8 milhões no Brasil e mais de 190 milhões no mundo.
Entre as consequências relatadas pela artista, o medo de não engravidar aparece como uma preocupação central. Ela comenta que o sonho de ser mãe é o principal motivo que a movia a enfrentar o diagnóstico. A declaração reforça o tema do ciclo de vida ligado à saúde feminina e às possibilidades de tratamento.
Desde então, Larissa mantém tratamento com acompanhamento médico regular, com consultas semestrais. A atriz não passou por cirurgia até o momento e o controle é feito por meio de exercícios, ajuste alimentar, uso de medicamentos e orientação especializada. Cada caso é tratado de forma individual.
Acompanhando a rotina de cuidados, Larissa Manoela também utiliza sua visibilidade para alertar sobre a importância do diagnóstico precoce. Ela enfatiza que muitas mulheres demoram a buscar ajuda, acreditando que as dores fazem parte do ciclo. O apelo é para que sinais persistentes sejam avaliados por profissionais de saúde.
Ao falar publicamente sobre a experiência, a atriz busca ampliar o acesso à informação, especialmente entre jovens. Ela reforça a necessidade de ouvir o próprio corpo e procurar orientação médica diante de desconfortos que se prolongam. O recado é claro: reconhecer sinais pode evitar complicações.
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