- Lapsos de memória comuns geralmente são causados pela distração e não são motivo de preocupação.
- Quando os esquecimentos aparecem com frequência e afetam a rotina, podem ser um alerta para questões mais sérias.
- Segundo o neurologista Leonardo Maciel, a diferença está em como o cérebro processa e acessa as informações ao longo do tempo.
- Na falta de atenção, a informação nem chega a ser registrada; no Alzheimer, a memória recente não é armazenada corretamente.
- Fatores como estresse, multitarefa e pressão podem levar a esquecimentos temporários, mas é preciso observar se há impacto diário.
Esquecer onde colocou as chaves, não lembrar o nome de alguém ou entrar em um ambiente sem saber o motivo são lapsos comuns no dia a dia.
Na maior parte das vezes, esses descuidos se devem à distração e não representam motivo de preocupação.
Quando esses lapsos passam a ocorrer com frequência e afetam a rotina, podem ser um sinal de alerta para questões mais sérias.
A repetição dos esquecimentos exige avaliação, principalmente se há impacto nas atividades diárias.
O neurologista Leonardo Maciel, da São Bernardo Samp, explica que a diferença está em como o cérebro processa, armazena e acessa as informações ao longo do tempo.
Na falta de atenção, a informação pode não ser registrada corretamente, por causa de estresse, distração ou multitarefa.
“Na falta de atenção, a informação nem chega a ser registrada corretamente pelo cérebro, porque a pessoa está distraída, estressada ou fazendo várias coisas ao mesmo tempo.”
Já no Alzheimer, o problema é que a memória recente não é armazenada adequadamente, o que compromete o registro de novidades.
Entre na conversa da comunidade