- Nicole Soares, de Osasco (SP), perdeu o filho de 1 ano e meio por meningite após nascimento prematuro, em um caso que ela descreve como milagre desde a gestação.
- Ela enfrentou múltiplos problemas de saúde reprodutiva no passado, incluindo útero invertido, ovários policísticos e endometriose; médicos sugeriram retirar o útero, mas optou por tratamento e gravidez de alto risco.
- O bebê nasceu com 34 semanas, ficou um mês na unidade de terapia intensiva neonatal e, apesar da prematuridade, evoluiu bem e recebeu alta.
- Aos 1 ano e 5 meses, foi diagnosticado com meningite; após sete dias de internação, a mãe relatou que houve erro na aplicação de dipirona intravenosa na hora da alta, e o bebê faleceu pouco tempo depois.
- A família realizou autópsia e abriu processo judicial, enquanto Nicole compartilhou o depoimento à revista CRESCER e publicou vídeo que viralizou nas redes.
Nicole Soares, 22, de Osasco (SP), tornou-se mãe após uma gravidez considerada impossível. O bebê Asafe nasceu prematuro, passou um mês na UTI e teve alta, mas morreu aos 1 ano e 5 meses após contrair meningite.
A mãe compartilhou o relato em vídeo que viralizou nas redes sociais. Ela escreveu que, no dia em que Asafe completaria 2 anos, não poderia acordá-lo com beijos e bolo, pois o filho faleceu no ano anterior. O depoimento foi concedido com exclusividade à CRESCER.
O histórico médico da família inclui diagnóstico de útero invertido, ovários policísticos, cistos e endometriose. A recomendação médica foi de retirada do útero, o que a mãe rejeitou, optando por tratamento de fertilidade. A gravidez foi classificada como de alto risco desde o início.
Osafe nasceu com 34 semanas, com peso e tamanho compatíveis com um bebê de cerca de 30 semanas. Durante a internação, ele mostrou boa recuperação para um prematuro e recebeu alta. Meses depois, aos 1 ano e 5 meses, apresentou febre e foi diagnosticado com meningite, passando sete dias internado.
Segundo Nicole, a alta estava próxima quando houve uma febre leve. Em sala de recuperação, uma enfermeira administrou dipirona intravenosa, e, minutos depois, o menino sofreu convulsões. A equipe médica foi acionada, mas Asafe não resistiu.
A mãe relata que houve autópsia e que a família busca Justiça, alegando erro médico na administração do medicamento. Ela afirma que o filho já estava curado da meningite e iria para casa no dia seguinte.
Hoje, Nicole descreve Asafe como milagre que venceu prognósticos negativos desde a vida no útero. Ela diz que o legado dele continua e que seguirá lutando pela memória do filho.
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