Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

EMDR ajuda príncipe Harry a lidar com traumas

EMDR ajudou o príncipe Harry a lidar com traumas e ansiedade, mostrando que enfrentar o desconforto é o primeiro passo para a cura

Descubra como a Terapia EMDR transformou a vida do Príncipe Harry; conheça a técnica que ajuda a superar traumas profundos
0:00
Carregando...
0:00
  • Príncipe Harry revelou, em documentário, que a Terapia EMDR o ajudou a lidar com o luto pela mãe, a princesa Diana.
  • A técnica utiliza estímulos bilaterais — como movimentos oculares — para reprocessar memórias traumáticas e reduzir o sofrimento.
  • O EMDR foi desenvolvido pela psicóloga Francine Shapiro no final dos anos oitenta e é reconhecido por entidades de saúde.
  • Para Harry, lugares como Londres funcionavam como gatilhos de ansiedade, levando-o a buscar tratamento para enfrentar o desconforto emocional.
  • O protocolo EMDR envolve oito fases, desde a identificação do trauma até a reavaliação, com foco na instalação de crenças mais adaptativas.

EMDR: a terapia que ajudou o príncipe Harry a lidar com traumas ganhou repercussão pelo uso em seu processo de luto e ansiedade. O Duque de Sussex revelou no documentário The Me You Can’t See como revisitar a dor pode abrir caminho para a cura, com o EMDR como ferramenta central.

Segundo o material, o momento-chave ocorreu quando Harry descreveu o “abraço de borboleta” para processar feridas desde a infância. O relato indica que enfrentar o desconforto pode ser necessário para avançar e superar traumas.

O EMDR, sigla para Dessensibilização e Reprocessamento através do Movimento dos Olhos, foi criado pela psicóloga Francine Shapiro no fim dos anos 1980. A técnica ganhou apoio de entidades internacionais e é indicada para TEPT, além de questões como ansiedade e depressão.

Para o príncipe, Londres aparece como gatilho de ansiedade por memórias relacionadas ao acidente envolvendo a mãe dele. Em relatos públicos, ele disse que o silêncio era uma forma de proteção que o mantinha preso a essas lembranças.

O método utiliza estímulos bilaterais — movimentos oculares, sons ou toques — para ajudar o cérebro a reorganizar memórias. A ideia é reduzir a carga emocional associada à experiência, mantendo a lembrança sem o sofrimento intenso.

No processo terapêutico, o paciente acessa a memória perturbadora sob supervisão, com o objetivo de facilitar a dessensibilização. Com o tempo, a lembrança permanece, mas não provoca mais o mesmo desconforto físico e emocional.

O EMDR segue um protocolo em oito fases, que vão do levantamento da história até a reavaliação dos efeitos. O objetivo é oferecer segurança, gradualidade e direção clara para o tratamento.

Ao final do reprocessamento, surgem mudanças na percepção da experiência. Novas crenças ajudam o indivíduo a se sentir mais capaz e seguro, reduzindo a interferência do passado no presente.

A experiência de Harry demonstra que a saúde mental pode receber prioridade sem estigmas. O uso do EMDR é apresentado como uma opção eficaz para lidar com traumas profundos e aliviar a ansiedade associada a lembranças dolorosas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais