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Pais usam técnica com o nome Jéssica para acalmar crianças na birra

Trend "Olha a Jéssica!" redireciona a atenção para interromper birras, mas psicólogos alertam para riscos ao desenvolvimento emocional infantil

Entenda como a trend "Olha a Jéssica!" faz crianças pararem de chorar e veja o alerta de psicólogos sobre os riscos dessa técnica para o desenvolvimento
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  • Técnica viral “Olha a Jéssica!” promete parar birras ao fazer uma criança ouvir o nome de uma desconhecida, segundo relatos nas redes.
  • O mecanismo é o redirecionamento de atenção: o estímulo externo disputa o foco com o descontrole emocional, levando a criança a voltar a atenção para a novidade.
  • A psicóloga Bianca Dalmaso disse ao G1 que a criança não se acalma de fato, apenas suspende a reação motora no momento.
  • Educadores alertam que usar a técnica com frequência pode suprimir emoções sem ensinar autorregulação e não funciona se a criança está com dor ou fome.
  • Especialistas destacam que a mudança de entonação e a chamada para um elemento externo desvia o foco, mas não é solução para todos os cenários.

O que aconteceu: a chamada trend Olha a Jéssica viralizou nas redes sociais como uma suposta solução para crises de birra. Em vídeos, pais dizem o nome de uma mulher desconhecida para interromper o choro de crianças. A técnica ganhou adesão de famílias e criadores de conteúdo.

Quem está envolvido: pais que utilizam a estratégia, bem como especialistas ouvidos pela imprensa. O mecanismo envolve redirecionamento de atenção para uma novidade externa, desviando o foco da criança do descontrole emocional.

Quando e onde ocorreu: a repercussão é recente e ganhou espaço principalmente em plataformas online. A prática é apresentada como recurso rápido durante birras, sem depender de locais específicos.

Como funciona o mecanismo: o cérebro infantil prioriza estímulos externos quando há confusão ou medo. O ambiente competitivo entre estímulo e emoção pode levar a criança a suspender temporariamente a reação motora.

Por que é discutida por especialistas: a psicologia aponta que a técnica não acalma de fato a criança, apenas interrompe momentaneamente a birra. O foco muda, mas o desconforto emocional pode permanecer.

Aprofundamento técnico: a ideia é que a mudança de entonação ou de estímulo externo altera a percepção do entorno pela criança, facilitando o controle da crise de forma prática. A prática, porém, não ensina autorregulação.

Alerta de segurança e limites: professores e psicólogas destacam riscos de suprimir emoções sem orientar estratégias de manejo emocional. A técnica não funciona em situações que envolvem necessidade física, como dor ou fome, e pode ter eficácia limitada.

Desdobramentos e debates: há controvérsia sobre a aplicação constante da estratégia. Especialistas ressaltam que a convivência com a birra deve incluir orientação para autorregulação, não apenas represália momentânea.

Fontes e referências: tratativas com psicólogas citadas pela imprensa, como a comunicação entre mães e profissionais da área sobre práticas de disciplina e desenvolvimento infantil. Instituições de pesquisa participam das discussões sobre impactos no desenvolvimento emocional.

Resumo do cenário: a trend Olha a Jéssica é apresentada como recurso rápido para crises de birra, mas é alvo de debate entre especialistas. A análise aponta benefício no curto prazo e limitações para o uso contínuo, com necessidade de estratégias de longo prazo.

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