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Dicas eficazes para eliminar o mau cheiro dos pés

Chulé resulta da combinação de umidade, calor e microrganismos; higiene diária, ventilação dos calçados e troca de meias ajudam a manter pés secos

Chulé incomoda, mas tem solução: veja o que causa o mau cheiro nos pés, hábitos que pioram o problema e dicas eficazes para prevenir e tratar
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  • O chulé, ou bromidrose plantar, resulta da combinação de umidade, calor, pouca ventilação e ação de micro-organismos nos pés, não apenas do suor.
  • Fatores como suor excessivo, uso de calçados fechados, repetição de meias e condições de saúde como diabetes ou hipertireoidismo podem piorar o odor.
  • A higiene ajuda: lavar os pés diariamente, secar bem entre os dedos, usar meias de algodão e alternar calçados para secagem completa.
  • Medidas extras que ajudam: sapatos mais ventilados, talcos antissépticos, sprays para calçados e palmilhas limpas; evitar repetir o mesmo sapato por vários dias.
  • Em casos com coceira, vermelhidão, descamação ou odor persistente, procure dermatologista ou podólogo para avaliação, já que pode haver infecção ou necessidade de tratamento específico.

Especialistas em saúde dermatológica publicam um guia sobre o chulé, ou bromidrose plantar. O texto explica causas, fatores que agravam e medidas para manter os pés secos e saudáveis. O objetivo é orientar hábitos diários sem alarmismo.

A matéria aponta que o mau cheiro não surge apenas do suor, mas da combinação de umidade, calor e ventilação insuficiente. Micro-organismos na pele também contribuem para o odor forte.

Fatores como suor excessivo, uso de sapatos fechados e repetição de calçados aparecem como motivadores. Mudanças hormonais, estresse, obesidade e certas doenças também podem influenciar.

O que provoca o odor

O suor em si não tem cheiro. Pés abafados em meias e calçados criam ambiente quente e úmido, favorecendo bactérias e fungos. Resíduos como células mortas alimentam esses micro-organismos, gerando o odor.

A maior parte do problema decorre da umidade acumulada e da ventilação inadequada. A pele úmida facilita a proliferação de microrganismos e o odor passa a ficar perceptível.

Quem tem predisposição pode sofrer mais. Pessoas com hiperhidrose, adolescentes em fase hormonal e indivíduos sob estresse ou com diabetes podem apresentar maior transpiração.

Hábitos que ajudam

A higiene diária é fundamental: lavar bem os pés, inclusive entre os dedos, e secar completamente. Meias de algodão e troca ao longo do dia reduzem a umidade.

Alternar calçados e escolher sapatos mais ventilados também ajudam. Em casa, manter os pés livres de calçados fechados quando possível favorece a circulação.

Lavar, secar e ventilar calçados, usar talcos antissépticos e palmilhas limpas entram como aliados. Em conjunto, esses hábitos reduzem a proliferação de microrganismos.

Receitas caseiras e limitações

Escalda-pés com ervas como tomilho e camomila costumam trazer sensação de limpeza. Vinagre e chá-preto aparecem como opções populares, embora não substituam higiene adequada.

Bicarbonato de sódio é comum em escalda-pés ou dentro dos sapatos, mas não é garantia de solução. Ele pode funcionar para algumas pessoas, sem efeito universal.

Quando procurar ajuda

Caso haja coceira, vermelhidão, descamação ou lesões, pode haver infecção. Nesses casos, procure dermatologista ou podólogo. Se o odor persiste mesmo com higiene, há necessidade de avaliação adicional.

Sinais de alerta indicam a necessidade de tratamento específico para o excesso de suor ou para infecções associadas. Profissionais podem indicar opções adequadas.

Cuidados diários sugeridos

Lavar os pés diariamente, secar bem entre os dedos e trocar as meias com frequência. Preferir tecidos que absorvem umidade, como o algodão, e evitar repetição de sapatos por dias seguidos.

Deixar calçados arejando após o uso e optar por calçados abertos quando possível também ajuda. Desodorantes próprios para pés podem complementar a rotina de cuidado.

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