- O psicólogo Darío Bellido explica por que algumas pessoas se sentem atraídas por quem as magoa.
- Relações que geram ansiedade e vazio costumam surgir por carência, insegurança ou medo de perder o outro.
- O padrão se repete quando não há reciprocidade e há dificuldade de manter vínculos estáveis e saudáveis.
- Parte importante da explicação envolve processos psicológicos formados na infância e reforçados ao longo do tempo.
- Bellido usa suas redes para esclarecer o tema, com o objetivo de ajudar quem se identifica com esse ciclo.
Darío Bellido, psicólogo, explica por que algumas pessoas se sentem atraídas por quem as magoa, e afirma que vínculos saudáveis não geram tanta adrenalina quanto relacionamentos conturbados. O tema é abordado em vídeos compartilhados nas redes sociais do profissional.
Segundo Bellido, padrões de apego e carência podem levar a escolhas que provocam ansiedade e desgaste emocional. A persistência em relações com reciprocidade instável costuma ser comum entre quem busca confirmar o valor próprio pela convivência, mesmo diante de conflitos.
O especialista destaca que o ciclo costuma começar na infância, sendo reforçado ao longo dos anos. Em seus posts, ele reforça a ideia de que é possível compreender esses mecanismos para favorecer vínculos mais estáveis.
Por que nos sentimos atraídos por algo que nos faz mal?
Explicações psicológicas apontam para mecanismos de segurança e medo da solidão. O atraente pode parecer familiar, mesmo que cause dor, devido a padrões repetidos de comportamento aprendidos ao longo da vida.
Ainda assim, muitos reduzem a satisfação ao acaso de uma relação desejada, enquanto a estabilidade é percebida como menos excitante. O tema é tema recorrente em discussões sobre saúde emocional e escolhas afetivas.
Ao buscar informações, Bellido orienta que reconhecer o padrão é o primeiro passo para mudanças. O psicólogo atua como referência para entender como rompê-lo e promover relações mais equilibradas.
Como romper o ciclo
Especialistas sugerem trabalhar a autoestima e a percepção de reciprocidade. A mudança envolve identificar sinais de desgaste emocional e estabelecer limites saudáveis desde o início.
Atenção à comunicação, à necessidade de espaço e à avaliação de compatibilidade contribuem para escolhas mais objetivas. A mudança também passa pela disposição de abandonar vínculos prejudiciais.
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