- Dados da Organização Mundial da Saúde, divulgados em 2025, apontam que mais de 1 bilhão de pessoas convivem com transtornos mentais, com ansiedade e depressão entre as mais comuns, evidenciando a importância de cuidar da mente.
- Silêncio: em meio ao barulho externo e interno, a mente desacelera, organiza pensamentos e abre espaço para a intuição.
- Sono: dormir bem regula as emoções e o humor; a privação de sono está associada a maior ansiedade e irritabilidade.
- Choro e perdão: o choro funciona como descarga emocional, aliviando tensões, enquanto o perdão libera energia emocional e traz leveza.
- Silêncio digital: reduzir o tempo de tela ajuda o cérebro a descansar, pois o uso excessivo de tecnologia está ligado a mais ansiedade e estresse.
Na correria do dia a dia, a saúde mental ganhou relevância, diante de pressões e consumo intenso de informações. Dados da Organização Mundial da Saúde, publicados em 2025, apontam que mais de 1 bilhão de pessoas convivem com transtornos mentais, com ansiedade e depressão entre os mais comuns.
O estudo ressalta que a sobrecarga emocional, o excesso de estímulos e a dificuldade de desacelerar mantêm o cérebro em alta atividade. Irritabilidade, cansaço, insônia e esgotamento são sinais frequentes. O psiquiatra e psicogeriatra Dr. Gustavo Omena defende que a mente precisa de pausas simples para manter o equilíbrio.
Foi a partir dessa ideia que o médico popularizou a expressão faxineiros da mente, práticas acessíveis para reduzir o estresse emocional. A seguir, ele explica cinco hábitos que podem ser incorporados ao cotidiano.
Medidas para a mente
1. Silêncio: separar momentos de tranquilidade externo e interno ajuda a desacelerar a mente e reorganizar os pensamentos.
2. Sono: dormir bem regula emoções. A privação de sono aumenta ansiedade e irritabilidade, segundo a literatura médica.
3. Choro: permitir a expressão emocional alivia tensões e facilita a reorganização mental.
4. Perdão: liberar mágoas reduz peso mental e libera espaço para bem-estar.
5. Silêncio digital: reduzir o tempo de tela oferece descanso ao cérebro frente a estímulos contínuos.
Pequenas pausas ao longo do dia já promovem mudanças reais. Ficar alguns minutos sem ruídos, melhorar a qualidade do sono, sentir as emoções, desconectar-se das telas e praticar o desapego emocional são atitudes simples, porém eficazes para reduzir a sobrecarga mental.
Segundo Dr. Gustavo Omena, a mente funciona melhor quando ganha espaço para respirar. O especialista enfatiza que a prática constante de pausas pode melhorar o funcionamento mental ao longo do tempo.
Por Juliana Magalhães
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