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Ossos para cães: 5 riscos comuns na alimentação

Riscos graves ao oferecer ossos a cães vão de engasgo a perfurações; opções seguras reduzem danos e promovem bem-estar

Oferecer osso ao cachorro pode parecer um simples agrado, mas pode se transformar em um problema de saúde
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  • Dar ossos a cães pode gerar engasgos e obstruções no esôfago ou no trato digestivo, exigindo atendimento veterinário emergencial.
  • Ossos quebrados podem produzir lascas pontiagudas, que perfuram boca, esôfago, estômago ou intestino, causando dor e infecções.
  • Dentes podem sofrer fraturas ou desgaste excessivo, principalmente molares, levando a tratamentos odontológicos ou extrações.
  • O tutano é rico em gordura e pode favorecer diarreia, vômitos e pancreatite em cães com sensibilidade digestiva.
  • Ossos crus ou mal armazenados podem abrigar bactérias, como salmonela, representando risco para animais e humanos; opções seguras de mastigação são recomendadas.

O osso para cachorro, comum em lares, pode parecer inofensivo, mas traz riscos à saúde do pet. O hábito envolve mastigar estruturas rígidas em busca de tutano, que é saboroso e calórico, além de estimular comportamentos naturais de exploração. Ainda assim, pode gerar problemas graves.

Especialistas destacam que o cozimento dos ossos de galinha altera a textura, deixando-os secos, duros e propensos a lascas pontiagudas. Tais fragmentos podem perfurar a boca, esôfago ou intestino, exigindo intervenção veterinária em casos graves.

Sintomas comuns de lesões variam conforme o dano, mas incluem vômitos, salivação excessiva, dor abdominal e falta de apetite. Em situações de obstrução ou perfuração, o atendimento imediato é necessário para evitar complicações graves.

Principais riscos

O engasgo é o perigo mais imediato durante a mastigação, com possibilidade de obstrução das vias aéreas. Em casos de passagem, há chance de obstrução esofágica ou intestinal, exigindo cuidado rápido.

Lasca aguda gerada pela quebra do osso pode perfurar o trato digestivo, levando a infecções generalizadas e dor intensa. Hemorragia no trato gastrointestinal também é possível, com sinais como fezes com sangue.

Dentes podem sofrer fraturas ou desgaste excessivo ao mastigar ossos duros, o que compromete a saúde bucal do animal e pode exigir tratamento odontológico ou extração.

Pancreatite e distúrbios digestivos são potenciais consequências da alta ingestão de tutano gorduroso. Em cães com sensibilidade digestiva, o risco é ainda maior, requerendo monitoramento veterinário.

Alternativas seguras

Para evitar riscos, recomenda-se oferecer brinquedos próprios para mastigação, estratégias de enriquecimento ambiental com alimentos e petiscos desenvolvidos para roer. Produtos odontológicos indicados para pets ajudam a manter a saúde bucal sem ossos.

A orientação é buscar opções que promovam bem-estar sem expor o animal a perigos. A docente de Medicina Veterinária da UNINASSAU Juazeiro do Norte reforça os cuidados e enfatiza a redução de riscos ao escolher itens para mastigar.

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