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Alergia ocular: 5 dicas para reduzir crises e proteger os olhos

Conjuntivite alérgica surge pela poeira e poluentes; evitar coçar reduz agravamento e complicações, com tratamento adequado controlando os sintomas

Irritação nos olhos é comum em estações mais secas
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  • A alergia ocular, ou conjuntivite alérgica, ocorre quando o olho reage a alérgenos como poeira, ácaros, pólen, mofo, pelos de animais, fumaça, poluição, perfumes, maquiagem e alguns colírios, causando vermelhidão, coceira e lacrimejamento.
  • Não coçar os olhos é fundamental, pois o ato aumenta a liberação de histamina e pode piorar a inflamação, além de risco de lesões na córnea ou descolamento de retina.
  • Consulte um oftalmologista para diagnóstico e tratamento; podem ser indicados compressas frias, colírios lubrificantes ou antialérgicos, e, em alguns casos, colírios específicos para controlar a inflamação.
  • Medidas diárias de prevenção: manter a casa limpa e arejada, reduzir poeira, tapetes e bichos de pelúcia, e lavar roupas de cama com frequência.
  • A alergia ocular costuma ser recorrente e retorna com a exposição ao agente causador; evitar o alérgeno ajuda a controlar os sintomas.

Alergia ocular aumenta com clima seco e poluição, provocando coceira, vermelhidão e lacrimejamento. O episódio ocorre quando o olho reage a alérgenos presentes no ambiente, como poeira, pólen, mofo e fumaça. A reação pode comprometer o bem-estar diário.

Segundo a Dra. Jaqueline Fernandes, oftalmologista do H.Olhos, a conjuntivite alérgica é uma inflamação da conjuntiva causada pela sensibilidade a substâncias externas. Poeira, ácaros, pêlos de animais, perfumes, maquiagem e colírios são alérgenos comuns.

A proximidade com esses gatilhos faz o organismo reagir de forma exagerada, levando a olho vermelho, coceira, lacrimejamento e inchaço. A atenção deve se manter no controle dos sintomas para evitar agravamento.

A prática de coçar os olhos agrava o problema. O ato aumenta a liberação de histamina, mediador da resposta imune, e pode piorar a inflamação ou causar lesões na córnea. O cuidado é essencial para reduzir riscos.

Alergia ocular pode ocorrer mesmo sem histórico familiar, já que a irritação depende da exposição a alérgenos em quantidade suficiente para provocar sensibilidade. O acompanhamento médico é recomendado para confirmar o diagnóstico e planejar o tratamento.

Para o controle dos sintomas, a oftalmologista sugere evitar o agente causador, aplicar compressas frias e usar colírios lubrificantes ou antialérgicos prescritos. Em alguns casos, podem ser indicados colírios específicos para controlar a inflamação.

Dicas para prevenir alergias oculares no dia a dia:

1. Evitar coçar os olhos;

2. Manter a casa limpa e arejada;

3. Reduzir poeira, tapetes e bichos de pelúcia;

4. Lavar roupas de cama com frequência;

5. Evitar contato com fumaça, perfumes fortes e itens irritantes.

Alergia ocular não é contagiosa e resulta de uma resposta individual do organismo. Por isso, a avaliação oftalmológica é importante para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, evitando inflamação persistente que possa comprometer a visão.

Fonte: Sig Eikmeier

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