- O maxixe, Cucumis anguria, é originário da África, foi introduzido no Brasil e é comum nas regiões Norte e Nordeste, sendo usado em pratos como a maxixada.
- É rico em vitamina C, fibras e minerais como cálcio e magnésio, o que ajuda a imunidade, a digestão e a saúde óssea.
- Possui alto teor de água (cerca de 95%), contribuindo para a saciedade, hidratação e controle de peso, além de ter propriedades diuréticas.
- Pode colaborar na prevenção de doenças crônicas como hipertensão e diabetes, estimula a absorção de ferro pela vitamina C e oferece vitamina A para a visão.
- Cuidados: lavar bem antes de consumir; há variedades como reino/peruano, paulista e Pará; não é indicado para bebês com menos de seis meses e quem tem diverticulite deve evitar.
O maxixe é alvo de atenção por suas possíveis funções na regulação da glicose e no fortalecimento da imunidade. Segundo especialistas, o alimento possui sabor levemente amargo e textura crocante, típico do Norte e Nordeste.
Originário da África, o maxixe foi introduzido no Brasil pelos escravos. Pertence à família das cucurbitáceas, a mesma do pepino e da melancia, e se adaptou bem ao clima tropical brasileiro.
Cucumis anguria é o nome científico da hortaliça, cultivada com frequência nas regiões Norte e Nordeste. Seu uso na culinária é variado, destacando-se pela riqueza de vitaminas, minerais e fibras.
É ingrediente importante na culinária regional, especialmente na maxixada, prato que costuma combinar carne (sol, boi, frango ou peixe) com legumes como cenoura e batata-doce.
O maxixe carrega um legado cultural relevante, presente em comunidades afro-brasileiras e em áreas de maior influência africana, além de surgir em pratos típicos locais.
É um fruto ovalado, com casca verde e espinhos moles, que oferece sabor suave a amargo e textura crocante. Pode ser consumido cru, cozido ou em conserva.
Segundo estudos, o maxixe pode contribuir para a prevenção de doenças crônicas como hipertensão e diabetes, por meio de seus nutrientes.
A hortaliça destaca-se pela vitamina C, antioxidante que fortalece o sistema imune, além de fibras que promovem a saúde digestiva e a saciedade.
Minerais como cálcio e magnésio ajudam na saúde óssea e na prevenção da osteoporose. Em relação ao diabetes, o consumo pode melhorar a sensibilidade à insulina.
Com alto teor de água — cerca de 95% — o maxixe é uma opção de baixa caloria, útil para quem busca emagrecimento ou manutenção de peso.
A vitamina C também favorece a absorção de ferro, contribuindo para a prevenção da anemia, enquanto a vitamina A apoia a visão saudável e a prevenção de doenças oculares.
Cuidados práticos indicados incluem lavar bem o maxixe antes do consumo para remover resíduos de pesticidas. Produtos orgânicos são recomendados para reduzir exposição a químicos.
Há variações do maxixe, como o do reino (peruano), o paulista e o do Pará, diferenciadas principalmente pela casca — lisa ou espinhosa.
Não é indicado para bebês com menos de seis meses. Pessoas com diverticulite devem evitar o consumo do alimento.
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