- Em dezembro de 2023 ele perdeu força no braço direito e, em abril de 2024, foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica aos 41 anos, com degeneração muscular e terminalidade da doença.
- Durante a trajetória, realizou uma viagem mundial de cerca de um ano, financiada por seguro de vida e proteção de renda.
- Nos últimos seis meses houve dor nos nervos, sensação de queimar ao tocar tecidos e afetou a deglutição e a respiração, chegando a precisar de cuidados 24 horas por dia há cerca de um mês.
- Em 20 de abril de 2026, seu 44º aniversário, optou pela eutanasia para não depender de aparelhos e para se despedir com a própria voz.
- Marc Girod, francês que viveu em Sydney, teve passagem pela Google e pela vida artística, organizando uma grande festa no dia anterior à sua morte.
Marc Girod, morador de Sydney, foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ALS) em abril de 2024, aos 41 anos. A doença degenerativa levou à paralisia progressiva, tornando-se terminal. Em dezembro de 2023 já surgiam fraquezas no braço direito; o diagnóstico oficial veio após consulta neurológica.
A partir de seu diagnóstico, Girod decidiu manter a vida ativa, embarcando numa turnê mundial de cerca de um ano, com apoio de seguros de vida e proteção de renda. Viajou pela Europa, EUA, México, Taiwan e Japão, hospedando-se em hotéis de alto padrão e viajando em primeira classe.
Nos meses seguintes, o quadro da ALS evoluiu; surgiram dores nervosas, dificuldades de deglutição e respiração. Em torno de março de 2026, Girod passou a necessitar de cuidado 24 horas por dia. No dia em que completou 44 anos, 20 de abril de 2026, escolheu a eutanásia, buscando não depender de aparelhos para respirar e desejar se despedir com a própria voz.
O relato de Girod aponta que ele não recebeu pressão de pessoas próximas para mudar de decisão; familiares e amigos respeitaram a escolha, reconhecendo que apenas ele compreende o que vive com a doença. Em seus últimos dias, manteve atividades sociais e organizou uma grande festa no dia anterior à sua morte.
Marc Girod nasceu em Le Chesnay, na França, estudou matemática e, após passagem por empresas, recebeu convite para trabalhar em Paris. Transferiu-se para Sydney aos 33 anos, influenciado pela qualidade de vida. Ele também teve uma fase artística, realizando exposições de pintura. Em seus últimos meses, mantinha contato frequente com amigos via videochamadas.
A história foi contada pela própria família e por meio de entrevista com a jornalista Jane Zhang. Girod faleceu em 20 de abril de 2026, segundo o relato publicado. O conteúdo destaca a trajetória de vida, escolhas pessoais e o impacto da doença na decisão de encerrar a vida de forma assistida.
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