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Como lidar com mãe viciada em jogos e emocionalmente indisponível

Mãe com mais de setenta anos é viciada em jogos, prejudicando a atenção emocional da família; especialistas recomendam abordagem compassiva e apoio para lidar com emoções não resolvidas

Illustration: Alex Mellon/The Guardian
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  • Mulher na casa dos 70 anos desenvolveu o hábito de jogar em várias telas (computador, notebook, smartphone), começando com jogos de carta na década de noventa.
  • O vício impactou a relação com os filhos, que dizem que a mãe está sempre com o celular na mão e não oferece atenção emocional.
  • O problema já existia antes da morte do pai, ocorrida há cerca de quatro anos, mas piorou desde então.
  • A psicoterapeuta recomenda abordar o assunto com empatia, buscar atividades em conjunto e avaliar se o foco deve ser apenas o gaming ou o tempo juntos.
  • Existem opções de apoio profissional e recursos de tratamento para transtornos de jogos, citando centros e linhas de ajuda em outros países; a família pode orientar a mãe a buscar ajuda especializada.

O relato descreve uma mãe na faixa dos 70 anos que apresenta dependência de jogos digitais, incluindo Tetris, várias versões de solitaire e jogos de máquinas caça-níqueis. A situação impacta a relação com os filhos, que percebem a mãe pouco disponível emocionalmente.

Os filhos relatam que, mesmo em conversas, a mãe mantém o celular na mão e joga com frequência, às vezes em vários dispositivos ao mesmo tempo. A situação agravou-se após a morte do pai, há quase quatro anos, levando a uma dependência que já existia antes desse ocorrido.

Pesquisadores e profissionais de saúde destacam que o comportamento pode funcionar como estratégia de enfrentamento a emoções dolorosas. A psicoterapeuta Rebecca Harris sugere abordar com compaixão, buscando entender o que está por trás da relação da mãe com as máquinas e como envolvê-la em atividades fora da tela.

Planejamento de abordagem

Especialistas recomendam separar objetivos: apoiar a mãe ou fortalecer o vínculo, ou ambos. A conversa inicial deve priorizar empatia, pois a jogatina pode cumprir uma função defensiva para a paciente. Sugere-se propor atividades que não exijam uso do celular.

Caminhos de apoio e próximos passos

Profissionais orientam avaliar se a prática seria interrompida diante de uma proposta melhor. Explorar interesses da mãe além de jogos ajuda a entender o que a impede de abrir emocionalmente. Pode haver a necessidade de buscar suporte específico para transtornos relacionados a jogos.

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