- Davi tem 11 anos, mora em Itapajé, Ceará, e vive com autismo severo e dificuldades respiratórias.
- Ele é acamado, depende de alimentação por gastrostomia e faz 14 tipos de medicação por dia; o pulmão esquerdo não funciona completamente.
- A ausência de ar condicionado no quarto agrava a saúde dele e compromete a qualidade de vida.
- A mãe abriu uma vaquinha para reformar o quarto, com meta de R$ 25 mil, para instalar ar condicionado e facilitar o uso de oxigênio.
- Até agora, foram arrecadados apenas R$ 99,00, e a família busca apoio para oferecer um ambiente mais saudável e manter o tratamento.
Davi, 11 anos, enfrenta uma série de desafios de saúde em Itapajé, Ceará. O Autismo severo, aliado a problemas respiratórios e outras condições, transforma a rotina em uma luta diária pela qualidade de vida dele. O objetivo é adaptar o quarto para oferecer ambiente mais saudável e estável durante o tratamento.
O menino é acamado e depende de alimentação por gastrostomia. Entre as condições estão cefalopatia crônica, epilepsia severa e histórico de AVC e trombose. O pulmão esquerdo não funciona plenamente, exigindo vigilância constante e equipamentos adequados para oxigênio.
A atualização do ambiente é vista como essencial para a continuidade do tratamento e para reduzir impactos da temperatura na saúde de Davi, que já enfrenta internação e necessidade de 14 tipos de medicação diários. A família descreve o cenário como urgente.
Campanha de arrecadação
A mãe de Davi lançou uma vaquinha para financiar a reforma do quarto, com meta de R$ 25.000,00. O valor deverá cobrir a instalação de ar condicionado e ajustes para uso seguro de oxigênio, entre outras melhorias.
Até o momento, a arrecadação registra apenas cerca de R$ 99,00. A família agradece qualquer contribuição, mesmo as pequenas, para ampliar as chances de uma condição de vida mais estável para Davi.
A vaquinha é apresentada como uma ferramenta para unir apoio comunitário em torno da saúde e do bem-estar do garoto. A campanha também busca sensibilizar a sociedade sobre as necessidades de pacientes com autismo severo e comorbidades graves.
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