- A psicóloga María Esclapez diz que rejeitar alguém não significa que essa pessoa não tenha valor, apenas que a outra parte prefere outra coisa.
- Reforça que entender as razões da rejeição ajuda a manter a autoestima e reduzir o sofrimento emocional.
- Usa a analogia das frutas: rejeitar peras porque se gosta de maçãs não torna as peras ruins.
- A ideia é que rejeições em empregos, relacionamentos ou paquera não definem o valor da pessoa.
- Esclapez, autora de livros como Me quiero, te quiero e Tú eres tu lugar seguro, compartilhou a explicação em sua conta no Instagram.
Resultado da pesquisa
A rejeição costuma mexer com a autoestima, causando desconforto. Não é um ataque direto ao valor da pessoa, mas uma resposta emocional diante da hipótese de não haver relação. Entender o mecanismo ajuda a manter o equilíbrio emocional.
A psicóloga María Esclapez orienta que o caminho para lidar com a rejeição está em compreender as razões por trás do sentimento. Não se trata de invalidar a experiência, e sim de reconhecer que a rejeição não define quem a pessoa é.
Para ilustrar, Esclapez usa uma comparação simples: se alguém prefere maçãs a peras, rejeita apenas as peras, sem rejeitar quem as oferece. Assim, a rejeição não implica falta de valor, apenas opção diferente.
A rejeição explicada de forma simples
A psicóloga explica que a percepção de que não há interesse de quem está em outra posição é comum. O foco deve ser entender o que causou esse desinteresse, sem transformar a experiência em falha pessoal.
Essa visão ajuda a preservar a autoestima e reduzir o sofrimento emocional. Em vez de atribuir culpa, a pessoa pode reconhecer que houve escolha de outra direção.
Em termos práticos, a abordagem sugere aceitar a não correspondência sem internalizar defeitos. Assim, é possível seguir adiante com mais clareza e resiliência.
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