- Tainá Müller compartilhou, em publicação nas redes, que a maternidade começou com a internação do filho em UTI neonatal por icterícia, há quase dez anos.
- O bebê não teve quadro grave, mas permaneceu internado, marcando de forma profunda os primeiros dias de vida e a vida da atriz.
- Ela disse ter reagido com revolta no início, pois o começo parecia traumático e distante do ideal da maternidade.
- A convivência com outras mães na UTI revelou para ela a força, a resistência e o amor materno, descrevendo os três dias mais longos da vida.
- O relato também mostra o nascimento simbólico do amor de mãe na sala de espera, e a atriz pediu compreensão às mães que passam pela UTI neonatal, dizendo que vai passar.
Tainá Müller contou sua experiência com a maternidade desde o nascimento do filho, que ocorreu há quase 10 anos. O relato foi feito publicamente no Dia das Mães, quando a atriz falou sobre o período em que Martin Sauer ficou internado em uma UTI neonatal. O bebê tem hoje 10 anos e o relacionamento dele é com Henrique Sauer, diretor, pai dele.
A atriz explicou que o nascimento precoce levou os primeiros dias de vida de Martin a serem vividos sob cuidado intensivo. Embora o quadro do bebê não tenha sido grave, a internação ocorreu devido à icterícia neonatal, condição comum em recém-nascidos. A experiência, conforme ela relatou, deixou marcas emocionais profundas.
Em seguida, Müller descreveu o impacto emocional da maternidade real, destacando a dificuldade de aceitar um início que divergia da idealização da maternidade. A convivência com outras mães na UTI neonatal também foi mencionada como fator de aprendizado, revelando forças, resistências e vínculos intensos entre mães e filhos.
Ao longo do texto, a atriz relatou o momento em que percebeu o nascimento simbólico da relação materna, marcado pela combinação de medo, exaustão e sensibilidade. A experiência foi descrita como transformadora, revelando a importância da presença, do cuidado e da conexão com o filho desde o início.
Müller ainda enfatizou que o cotidiano naquele período não seguiu o roteiro tradicional de chegada de um bebê. Não houve tempo para preparação de lembrancinhas, chá de bebê ou organização do quarto; ela foi para o hospital apenas com a roupa do corpo. Mesmo assim, a percepção sobre o que realmente importa na maternidade ganhou clareza.
Hoje, a atriz observa a experiência com outra perspectiva, reconhecendo que o susto inicial evidenciou aspectos centrais da maternidade: a proximidade, a afetuosidade e o vínculo com Martin. Esse olhar mais realista foi além de qualquer imagem idealizada.
Acolhimento às mães na UTI neonatal
Ao final, Tainá Müller dedicou uma mensagem de apoio a mulheres que estão vivendo a internação de seus filhos em UTI neonatal, ressaltando a entrega física e emocional necessária nesses momentos e fortalecendo a ideia de que a situação pode evoluir com o tempo. Pessoas que acompanharam o relato reagiram de forma positiva nas redes sociais, ressaltando a relevância do tema para mães que enfrentam jornadas semelhantes.
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