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Mudanças no rosto após a maternidade: entenda as alterações

Mudanças hormonais e sono insuficiente afetam pele e contorno facial na maternidade; puerpério exige cuidado e não cirurgia

Rosto diferente após a maternidade: entenda as mudanças
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  • Durante a gestação e o pós-parto, oscilações hormonais afetam o colágeno, a pele e a textura, deixando-a mais fina e menos hidratada.
  • Privação de sono e aumento do estresse prejudicam a regeneração celular, contribuindo para olheiras, aspecto cansado e perda de volume no terço médio do rosto.
  • O puerpério é um período de recuperação; não é o momento para intervenções cirúrgicas, e o foco deve ser o bem‑estar e a adaptação à nova fase.
  • Com o passar dos anos, alterações podem se somar ao envelhecimento natural, aumentando a necessidade de tratamentos estéticos menos invasivos, avaliados caso a caso.
  • Quando há indicação, cirurgias faciais são pensadas para reposicionar estruturas, mantendo a naturalidade e respeitando a identidade da paciente.

O rosto costuma demonstrar com mais rapidez o impacto da maternidade. Oscilações hormonais, privação de sono e estresse fisiológico afetam pele, volume e sustentação, especialmente no puerpério. O tema é explicado pelo cirurgião plástico da face Dr. Carlucio Ragognete.

Segundo o especialista, a produção de colágeno é comprometida durante gestação e pós-parto. Isso resulta em pele mais fina, menos hidratada e menor capacidade de recuperação. Também ocorre perda de volume no terço médio do rosto, alterando contorno e aumentando a impressão de cansaço.

A recomendação é evitar intervenções cirúrgicas nesse período de recuperação física e emocional. O foco deve ser o bem-estar da mulher e a adaptação a cada fase, destacando que mudanças são naturais e temporárias.

O que muda no rosto

Conforme o tempo passa, alterações podem se somar ao envelhecimento natural, acentuando a flacidez e a perda de definição. Nesses casos, tratamentos menos invasivos podem melhorar a qualidade da pele e reduzir sinais de cansaço.

Cuidados e intervenções ao longo do tempo

Cirurgias faciais passam a ser consideradas de forma individual, geralmente em pacientes com maior grau de flacidez. O objetivo é reposicionar estruturas mantendo a identidade da paciente, sem transformar.

O médico enfatiza que cuidar de si não é uma imposição, mas uma escolha para cada fase da vida. O reconhecimento das necessidades pessoais deve acompanhar o tempo, respeitando a identidade de cada mulher.

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