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As 5 piores comidas para a sua saúde que você deve evitar ingerir

De proteínas usadas para reforçar o prato a opções práticas de refeição, os alimentos pecam no excesso de sódio e substâncias associadas ao risco de câncer.

Foto: Reprodução/Magnific

Atualmente, manter-se saudável pode parecer um campo minado, principalmente pela quantidade de alimentos ultraprocessados que facilitam a rotina e surgem como uma opção mais prática do que uma refeição saudável, mas também podem trazer prejuízos à saúde. A nutricionista Daniela Azanha, conhecida nas redes sociais por produzir conteúdos sobre estilo de vida saudável, principalmente voltados […]

Atualmente, manter-se saudável pode parecer um campo minado, principalmente pela quantidade de alimentos ultraprocessados que facilitam a rotina e surgem como uma opção mais prática do que uma refeição saudável, mas também podem trazer prejuízos à saúde.

A nutricionista Daniela Azanha, conhecida nas redes sociais por produzir conteúdos sobre estilo de vida saudável, principalmente voltados à alimentação, listou os cinco piores alimentos para consumo e explicou os motivos. Confira a lista completa a seguir. 

5. Miojo

Foto: Reprodução/Magnific

Um dos queridinhos de quem busca uma refeição pronta em menos de cinco minutos depois de um dia cansativo é o miojo, que aparece em diversos sabores e tem preparo muito prático, mas também reúne uma série de pontos prejudiciais à saúde.

O principal ponto negativo é o excesso de sódio. Segundo a tabela nutricional da própria Nissin, um pacote de Miojo Lámen Galinha Caipira tem 1.343 mg de sódio, o equivalente a 67% do valor diário recomendado, o que representa mais da metade do limite indicado para adultos. 

Além disso, o macarrão instantâneo é um alimento ultraprocessado e leva ingredientes como gordura vegetal, sal, estabilizantes, corantes, aromatizantes e realçadores de sabor. 

O problema não está no consumo isolado, mas em transformar esse tipo de produto em hábito. Pelo alto teor de sódio e pela composição pobre em alimentos naturais, o consumo frequente pode desequilibrar a alimentação e aumentar riscos relacionados à pressão alta e a doenças cardiovasculares.

4. Nuggets

Foto: Reprodução/Magnific

Os pequenos pedaços de frango, geralmente fritos, são muito populares, principalmente entre crianças, e costumam aparecer como uma opção prática de proteína nas refeições. 

Os nuggets entram na lista por serem ultraprocessados com aparência de frango, mas com uma composição muito mais complexa do que a de um pedaço de carne comum. 

Dependendo da marca, o produto pode levar peito de frango ou carne mecanicamente separada de aves, além de pele, farinhas, gordura vegetal, óleo, sal, aromatizantes, estabilizantes, espessantes e realçadores de sabor. 

Uma porção com seis unidades pode concentrar entre 30% e 37% do limite diário de sódio, de acordo com rótulos de marcas vendidas no Brasil.

Além disso, o Ministério da Saúde cita os nuggets como exemplo de alimento ultraprocessado, grupo que deve ser evitado por ter composição nutricional desequilibrada e favorecer uma alimentação com mais sal, gordura, aditivos e menos comida de verdade. 

3. Mortadela

Foto: Reprodução/Magnific

Na abertura do pódio está a mortadela, muito presente no café da manhã dos brasileiros, principalmente como recheio de pães. Ela aparece na lista por ser uma carne processada, grupo que inclui produtos feitos com salga, cura, defumação ou outros métodos usados para conservar e intensificar o sabor. 

Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer) esse tipo de alimento pode conter substâncias associadas ao aumento do risco de câncer de intestino, como nitritos, nitratos, compostos da defumação e excesso de sal. 

Em muitos produtos, há mais gordura do que proteína, além de alto teor de sódio e uma lista extensa de ingredientes, como gordura suína, pele, amido, proteína de soja, corantes, estabilizantes, realçadores de sabor e conservantes.

2. Salsicha

Foto: Reprodução/Magnific

Em segundo lugar está a salsicha, muito usada em lanches e também como proteína em diversos pratos. Ela aparece na lista por ser uma carne processada, grupo associado ao aumento do risco de câncer de intestino.

Segundo o INCA, produtos como salsicha, presunto, linguiça, bacon, salame e a mortadela mencionada anteriormente passam por processos de conservação e intensificação de sabor, como salga, cura, defumação e uso de conservantes.

Além do risco associado às carnes processadas, a composição também pesa contra o alimento. A salsicha pode conter carne mecanicamente separada, gordura suína, pele de frango, proteína de soja, amido, sal, aromatizantes, estabilizantes, corantes, realçadores de sabor e o conservante nitrito de sódio. 

1. Bebidas Alcoólicas

Foto: Reprodução/Magnific

Em primeiro lugar estão as bebidas alcoólicas, muito presentes em rolês, barzinhos e muito conhecida pelo seu fator social.

As bebidas alcoólicas contêm etanol, uma substância tóxica e psicoativa que pode afetar fígado, cérebro, intestino e outros órgãos. 

No fígado, o consumo frequente pode causar gordura hepática, inflamação, cirrose e aumentar o risco de câncer. 

No cérebro, o álcool interfere na comunicação entre os neurônios e pode prejudicar a memória, o equilíbrio, o julgamento e o comportamento. 

No intestino, pode favorecer inflamações, alterar a microbiota e comprometer a barreira intestinal. 

O alerta mais grave, porém, está na relação com o câncer. A OMS (Organização Mundial da Saúde) classifica as bebidas alcoólicas como carcinogênicas para humanos e afirma que o álcool causa pelo menos sete tipos de câncer, incluindo boca, faringe, laringe, esôfago, fígado, intestino colorretal e mama. 

No Brasil, o INCA também associa o consumo de álcool a tumores de estômago e reforça que, para a prevenção do câncer, não existe dose segura de bebida alcoólica. 

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