- A Organização Mundial da Saúde aponta que os transtornos mentais representam 12,5% de todas as patologias.
- Aproximadamente 450 milhões de pessoas no mundo são afetadas por doença mental, neurológica ou comportamental.
- Estima-se que 25% da população desenvolverá alguma doença mental ao longo da vida, com a pandemia ampliando esses problemas.
- A psicóloga Celia Betrián afirma que a saúde emocional tem muito a ver com os limites que cada pessoa estabelece.
- Dicas da especialista incluem evitar comparações, manter autoestima, valorizar conquistas e reconhecer limites para equilibrar a saúde mental.
A Organização Mundial da Saúde aponta que transtornos mentais representam 12,5% de todas as patologias. Hoje, cerca de 450 milhões de pessoas convivem com doença mental, neurológica ou comportamental, prejudicando a vida cotidiana. A pandemia intensificou esses problemas em boa parte da população.
A psicóloga Celia Betrián afirma que a saúde emocional está fortemente ligada aos limites que cada pessoa estabelece na vida. A entrevista destacou como hábitos diários influenciam o equilíbrio mental e a importância de reconhecer limites pessoais.
Entre os conselhos, Betrián orienta evitar comparar-se constantemente com outras pessoas, cultivar autoestima estável e valorizar conquistas e virtudes. O foco deve ser reconhecer rejeições e críticas sem deixar que elas minem o bem-estar.
A especialista ressalta ainda que a autossabotagem pode acontecer quando se tenta cumprir tudo sem considerar limites reais. Adotar práticas simples para preservar o equilíbrio ajuda a manter a saúde mental de forma mais consistente.
Limites e Bem-Estar
Mantidas as fronteiras pessoais, o rendimento e a qualidade de vida tendem a melhorar. A psicóloga enfatiza que estabelecer horários, dizer não quando necessário e buscar apoio são passos práticos para sustentar o equilíbrio emocional.
Profissionais de saúde mental lembram que sinais de estresse prolongado exigem avaliação. Buscar orientação psicológica ou psiquiátrica pode prevenir agravamentos e reduzir impactos na rotina.
Pesquisas globais indicam que a doença mental não escolhe classe ou idade, reforçando a necessidade de acesso a cuidados. Políticas públicas e redes de apoio são cruciais para ampliar tratamentos e prevenção.
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