- Astrid Fontenelle falou sobre a síndrome do ninho vazio durante o Festival da Cunhã, em Manaus, ao comentar a aproximação dos 18 anos do filho Gabriel.
- A psicologia aponta esse período como uma transição identitária, não uma doença, que pode trazer solidão e sensação de perda de propósito.
- Ela rebate críticas por manter vínculo próximo com o filho, dizendo que a relação é saudável e baseada em interesses em comum.
- Três caminhos para lidar com o vazio: permitir o luto, resgatar a própria identidade e transformar a relação em parceria adulta.
- A ideia é dar asas e seguir com orgulho, abrindo espaço para novas possibilidades sem perder a raiz de amor.
Astrid Fontenelle participou do Festival da Cunhã, em Manaus, para falar sobre a síndrome do ninho vazio. A apresentadora comentou a saída do filho Gabriel, que está prestes a completar 18 anos, e como esse momento acerta a identidade dos pais. Ela destacou a sensação de orgulho aliada à saudade.
A psicologia explica que a síndrome do ninho vazio não é doença, e sim uma fase de transição identitária. A mudança de rotina, o silêncio nos quartos antes ocupados e a ausência de cuidados diários podem gerar sentimentos de solidão e ansiedade. Astrid também comentou críticas nas redes sociais sobre a proximidade com o filho, mantendo que a relação é saudável e baseada em interesses comuns.
Três caminhos para atravessar a fase
1. Permita-se vivenciar o luto do ciclo antigo
Sentir falta da movimentação diária e da presença física é natural. Acolha a tristeza com gentileza. Escrever sobre as emoções ou praticar meditação ajuda a processar a saudade sem incentivar apego excessivo.
2. Resgate a sua individualidade
O ninho vazio permite retomar hobbies, investir na carreira, planejar viagens ou adotar práticas de bem-estar. Cuidar de si mesma torna-se o foco principal, abrindo espaço para novas atividades.
3. Transforme a relação em parceria adulta
A saída de casa sinaliza a evolução da relação, de dependência para uma conexão entre adultos. Valorizar a independência do filho, mantendo o respeito mútuo, reforça o vínculo construído ao longo dos anos.
O recomeço das próprias asas
Astrid enfatizou que dar asas aos filhos é o objetivo de uma educação bem-sucedida. O espaço deixado pode virar um espaço de oportunidades, mantendo a continuidade da história familiar com novas experiências, sem perder a raiz de afeto.
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