- Levi Hillius, de 6 anos, sofre de leucemia mieloide aguda e não pôde participar de uma festa tradicional devido à imunidade baixa.
- A mãe pediu apenas que algumas pessoas passassem para desejar feliz aniversário, o que gerou uma enorme mobilização após um vídeo ser publicado nas redes.
- Em menos de 48 horas, o vídeo alcançou milhões de visualizações e reuniu moradores da região de Idaho, nos Estados Unidos.
- No dia da comemoração, mais de mil pessoas participaram, incluindo bombeiros, policiais, membros da Guarda Nacional, motociclistas, clubes de carros e até um helicóptero.
- Levi sorriu durante o evento; a família disse que parecia um abraço coletivo. A mãe mencionou que o garoto quer doar parte dos presentes para outras crianças em tratamento.
Mais de mil pessoas participaram de uma celebração surpresa pelos 6 anos de Levi Hillius, que luta contra a leucemia mieloide aguda (AML). A vitória da ideia começou quando a mãe do menino, Ashlie Hillius, pediu apenas mensagens de carinho nas redes sociais.
A mobilização ganhou força após Ashlie publicar um vídeo. Levi, com imunidade baixa devido ao tratamento e a um transplante de medula, não poderia participar de festas convencionais, mas sonhava com uma comemoração inspirada em Minecraft.
Dias antes, o pedido da família foi ampliado pelas redes. Em menos de 48 horas, o vídeo viralizou entre moradores da região de Idaho, nos Estados Unidos, gerando uma grande carreata em frente à casa da família.
Mobilização viral e desdobramentos
No dia da celebração, mais de mil pessoas compareceram ao evento, entre bombeiros, policiais, membros da Guarda Nacional, motociclistas, clubes de carro e até um helicóptero. A presença reforçou o apoio à criança e à família.
A mãe contou que Levi sorriu o tempo todo e ficou surpreso por tanta gente saber do aniversário. Ashlie descreveu o momento como um abraço coletivo significativo para a família.
Levi, apesar do diagnóstico, demonstra preocupação com os outros pacientes e tem interesse em doar parte dos presentes para crianças em tratamento. A família pretende distribuir as doações entre as casas que acompanham pacientes oncológicos.
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