- Estudo da Universidade Federal de Minas Gerais aponta que 42,7% dos idosos que vivem em cidades temem cair por problemas nas calçadas.
- A pesquisa mostra que envelhecer no Brasil envolve obstáculos além de doenças, incluindo violência urbana e infraestrutura precária.
- Buracos, desníveis e pisos irregulares nas calçadas contribuem para o medo de quedas entre a população idosa.
- O estudo destaca a necessidade de melhorias na infraestrutura, acessibilidade e ações de combate à violência para um envelhecimento mais seguro.
- Embora feito com a amostra de Minas Gerais, os resultados são considerados representativos de uma realidade que se aplica a outros estados.
O estudo produzido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG revela que quase metade dos idosos brasileiros teme cair por calçadas precárias. A pesquisa avalia desafios que vão além de doenças, incluindo violência e infraestrutura urbana.
A pesquisa mostra que 42,7% dos idosos que vivem em cidades temem queda causada por buracos, desníveis e pisos irregulares. A violência urbana também aparece como preocupação constante entre quem já enfrenta limitações.
Aposentados e trabalhadores mais velhos relatam insegurança ao sair de casa, dificultando atividades diárias. Estudos reforçam a necessidade de adaptar calçadas e reduzir riscos de acidentes para essa faixa etária.
Desafios urbanos e necessidade de melhoria
O estudo aponta que melhorar a infraestrutura urbana é essencial para segurança e bem‑estar dos idosos. A adaptação de calçadas envolve acessibilidade e sinalização adequada.
Apesar do foco em Minas Gerais, os resultados são considerados representativos para outros estados. A pesquisa destaca a urgência de políticas públicas voltadas ao envelhecimento saudável e seguro.
A UFMG reforça que ações concretas podem ampliar qualidade de vida e permitir envelhecimento digno. O trabalho completo está disponível na página institucional da universidade.
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