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Moradores em situação de rua em Paris exigem abrigo por calor recorde

Moradores de rua pedem vagas de abrigo de emergência durante onda de calor de 35 graus em Paris

Pessoas em situação de rua em Paris pedem abrigo e proteção em meio a calor recorde
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  • Moradores de rua em Paris se reuniram para exigir mais vagas em abrigos e moradias de emergência, em meio a uma onda de calor de 35 graus.
  • A manifestação foi organizada pela associação Utopia 56, que atua na defesa de imigrantes e pessoas vulneráveis, para chamar a atenção das autoridades regionais.
  • O coordenador da organização afirmou que ondas de calor aumentam a urgência de medidas, citando a temperatura de 35 graus como exemplo.
  • Mulheres grávidas e crianças são destacadas como especialmente vulneráveis, com relatos de quem vive nas ruas há dias ou meses.
  • A mobilização incluiu depoimentos de mulheres em situação de rua que perderam a moradia e pedem que o governo reconheça os direitos dos cidadãos afetados e tome providências.

Moradores de rua em Paris denunciaram a falta de abrigo em meio a uma onda de calor recorde que atinge a Europa. Na quarta-feira, 27 de junho, dezenas de pessoas se reuniram para cobrar vagas em abrigos e moradias de emergência na capital francesa. A manifestação foi organizada pela associação Utopia 56, atuante na defesa de imigrantes e pessoas em situação de vulnerabilidade.

A mobilização ocorreu durante o pico da onda de calor, com o termômetro chegando a 35 graus. A Utopia 56 informou que a gestão regional não tem atendido às necessidades de mulheres e crianças em situação de rua. Segundo a organização, períodos de calor intenso aumentam a urgência de oferecer abrigo adequado.

Entre os presentes, estavam mulheres em situação de rua, mães e gestantes, que relatam dificuldade para dormir, comer e manter a segurança durante a noite. Uma manifestante grávida mencionou a necessidade de um teto estável para si e para o filho. Outra participante, que revelou ter perdido a casa há meses, enfatizou o direito à cidadania e a atuação do governo.

A frente de atuação da ONG busca chamar a atenção das autoridades administrativas regionais responsáveis pela oferta de abrigo. O grupo argumenta que a situação atual expõe vulnerabilidade de famílias com filhos pequenos, especialmente diante de temperaturas extremas que devem continuar nos próximos dias.

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