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Bia e Branca dizem que comparações vinham de fora, não de casa

Gêmeas Bia e Branca Feres lembram que as comparações vinham de fora; hoje, elas valorizam a individualidade dos filhos, evitando rótulos e estereótipos

Foto | Babuska @babuskafotografia Make | Karina Serra @karinaserramakeup Cabelo | Maria Rodrigues @mariarodriguesveras Stylist | Samantha Szczerb @samantha_szczerb — Foto: babuska
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  • As gêmeas Bia Feres e Branca Feres, hoje com 38 anos, falam sobre as comparações que acompanharam a vida delas.
  • A mãe diferenciava as filhas, dando nomes e roupas diferentes, mas elas diziam que preferiam dividir tudo.
  • As comparações vinham de pessoas ao redor, levando-as a tentar parecer iguais para evitar que alguém fosse visto como melhor ou pior.
  • Cada uma tem três filhos; Branca busca equilibrar a atenção entre os filhos, e há relatos de ciúmes entre eles, com uma diferença de idade entre as crianças.
  • Elas destacam evitar rótulos na criação e passaram a reforçar qualidades positivas nas crianças, para não impor estereótipos.

Bia Feres e Branca Feres, ambas com 38 anos, abriram o jogo sobre as comparações que as acompanharam desde a infância. No relato à revista CRESCER, elas explicam como a família buscava preservar a identidade de cada uma, mesmo com a inseparabilidade que marcou a vida das gêmeas.

A mãe das atletas incentivava distinções entre elas, como roupas diferentes, ainda que as duas preferissem dividir tudo. Enquanto isso, o entorno reforçava expectativas distintas, o que alimentava a necessidade de parecerem iguais para evitar rótulos.

As irmãs destacam que, no passado, as comparações vinham de pessoas ao redor, com julgamentos sobre peso, altura e traços de personalidade. Como defesa, passaram a imitar uma versão comum, para não permitir que alguém dissesse que uma é superior ou inferior à outra.

Hoje, Bia e Branca são mães de três filhos cada e ressaltam a importância de respeitar a individualidade de cada criança. Elas relatam manter equilíbrio entre os filhos, mesmo com pequenas diferenças de idade entre ellos.

Na prática, a dupla comenta que lida com ciúmes entre as crianças de formas distintas. Branca fala de uma filha que expressa tranquilidade, mas se sente dividida entre a irmã caçula e a mãe. A ex-atleta também menciona situações de ciúme da filha mais velha.

Bia descreve um padrão semelhante com a filha mais velha, que demonstra ciúmes de maneira invisível. A menina pode excluir a mãe de momentos, exigindo a presença de familiares próximos. A mãe ressalta que a filha ainda está aprendendo a lidar com os próprios sentimentos.

As gêmeas destacam a necessidade de evitar rótulos entre os filhos. Reforçam qualidades positivas, em vez de classificações. A mudança na comunicação busca defender o bem-estar emocional das crianças, sem reduzir suas identidades.

A entrevista completa está disponível no app da GloboMais e no site Crescer. As informações foram apuradas para oferecer uma visão sobre métodos de parentalidade que valorizam a singularidade de cada filho.

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