- Tirar a cutícula com frequência pode deixar as unhas mais vulneráveis a infecções, microlesões e, em casos graves, deformações permanentes.
- A cutícula funciona como barreira natural que protege a matriz da unha, região responsável pelo crescimento.
- Uso frequente de esmalte e acetona pode deixar as unhas mais fracas, frágeis e ressecadas; prefira intervalos entre esmaltações e removedores menos agressivos.
- Unhas em gel demandam manutenção correta; exceder o intervalo recomendado aumenta o risco de infiltrações, fungos e danos à unha natural.
- Materiais não esterilizados, como alicates e lixas, podem transmitir fungos, bactérias e doenças; levar o próprio kit reduz esse risco.
Remover as cutículas com frequência pode deixar as unhas mais frágeis e elevar o risco de infecções. A prática é comum em salões, mas pode ter impactos negativos a longo prazo.
A cutícula atua como barreira natural para a matriz da unha, área responsável pelo crescimento. Quando essa camada é removida repetidamente, fica mais fácil surgirem microlesões e infecções.
Além disso, o uso frequente de esmalte e acetona contribui para o enfraquecimento. A acetona retira oleosidade e nutrientes, recomendando intervalos entre esmaltações e opções menos agressivas.
Cuidados com ferramentas e higiene
A esterilização inadequada de alicates, espátulas e lixas aumenta o risco de transmissão de fungos, bactérias e até doenças virais. Muitos adotam o hábito de levar o próprio kit para reduzir contaminações.
Unhas em gel exigem atenção extra na manutenção. Ao atraso na troca de aplicação, crescem as possibilidades de infiltrações, danos à unha natural e superfície mais fina.
Cuidados simples, porém essenciais, fazem diferença: manter as unhas limpas, hidratadas e evitar agressões repetidas. Alterações como manchas, dor ou mudança na textura devem ser observadas.
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