- A Copa pode gerar barulhos como fogos e buzinas, que assustam cães e gatos, cujas audições são mais sensíveis.
- Sinais de susto incluem orelhas abaixadas, cauda encolhida, tremores, vocalizações e comportamento de fuga; podem haver alterações fisiológicas.
- Medidas práticas: manter o animal em local tranquilo com janelas fechadas, reduzir estímulos, oferecer refúgio seguro e água disponível, além de manter identificação com telefone de contato atualizado.
- A dessensibilização ajuda a longo prazo; buscar orientação de veterinário comportamental para técnicas e, se necessário, medicamentação; quanto antes começar, melhor.
- Em caso de mal-estar ou convulsões, levar a uma emergência veterinária e buscar ajuda se não houver melhora em quinze minutos.
Como proteger cães e gatos do barulho durante a Copa
A proximidade da Copa traz fogos, buzinas e barulho em casa, o que pode afetar cães e gatos. A veterinária Sibele Konno, da rede Pet Care, orienta medidas simples para reduzir o medo e manter o bem-estar dos pets.
A audição dos pets é mais sensível que a humana. Fenômenos como tremores, fuga ou agressividade podem ocorrer quando o barulho é excessivo. Criar um ambiente tranquilo ajuda a enfrentar o estresse causado por ruídos de fogos e celebrações.
Para diminuir o impacto, recomenda-se manter o animal em local silencioso e com janelas fechadas. Correntes devem ser removidas para evitar acidentes, e objetos que possam cair precisam estar afastados. Identificação atualizada facilita retorno em caso de fuga.
Os sinais de medo envolvem orelhas baixas, cauda encolhida, tremores e vocalizações. Buscar um refúgio seguro, reduzir a iluminação e oferecer uma toca para o animal ajudam a acalmar. O manejo do ambiente deve priorizar conforto e previsibilidade.
Se houver reação exagerada, convulsões ou dificuldade respiratória, o atendimento veterinário é essencial. Em emergências, procure uma clínica ou hospital veterinário, levando em conta a gravidade dos sintomas.
Medidas preventivas incluem evitar locais muito barulhentos, favorecer ambientes com menos estímulos sonoros e ventilar o ambiente. Com a orientação de um veterinário comportamental, é possível trabalhar dessensibilização e, em alguns casos, considerar medicamentos sob prescrição.
Treinos para preparar o pet podem ajudar, mas exigem tempo e paciência. Iniciar o quanto antes aumenta as chances de melhoria, variando conforme a resposta de cada animal. O acompanhamento de profissionais é fundamental para estratégias individualizadas.
Sugestões práticas incluem manter água fresca, itens que tragam conforto (coberta, brinquedo), e cheiros familiares. Feromônios podem ser usados como complemento, sob recomendação profissional, para tornar o ambiente mais receptivo.
Ações adicionais envolvem observar sinais de estresse, evitar exposição direta a sons fortes e planejar o uso de técnicas específicas com auxílio de comportamentalistas. Cada animal reage de forma única, exigindo abordagem personalizada.
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