- Uma pesquisa da Virgin Media O2, com mais de seis mil pessoas no Reino Unido, aponta que sessenta e três por cento do uso do celular não é involuntário? Wait that’s wrong. I must fix. It says 36% do uso é involuntário. Let’s craft correctly.
- Uma pesquisa da Virgin Media O2, com mais de seis mil entrevistados no Reino Unido, mostra que trinta e seis por cento do uso do celular é involuntário, com rolagem entre apps por hábito.
- O estudo aponta que essa prática representa cerca de um hora e vinte e seis minutos por dia, ou quarenta e um mil horas ao longo da vida de alguém que começou a usar smartphone aos dez anos.
- Em conjunto, a Doomscrolling pode somar até cinco anos da vida acordada de uma pessoa, lendo notícias alarmantes e vendo conteúdos perturbadores.
- A pesquisa também leva em conta a expectativa de vida média de oitenta e oito anos no Reino Unido para calcular o tempo estimado, e cita iniciativas como lembretes online para reduzir o hábito.
O estudo divulgado por Virgin Media O2 revela que, no Reino Unido, a média de tempo gasto em doomscrolling chega a 41 mil horas ao longo da vida. Além disso, 36% do uso de telefone é classificado como intencional, isto é, feito por hábito ao acaso, sem objetivo definido.
A pesquisa, realizada com mais de 6 mil pessoas, aponta que esse comportamento representa aproximadamente 1 hora e 26 minutos diários de tela. Considerando a idade de início do uso de smartphones aos 10 anos, a expectativa de vida média de 88 anos é o marco citado para esse tempo.
Contexto e histórico
O termo doomscrolling surgiu em 2018 e ganhou popularidade em 2020, em meio a crises globais. A prática é descrita como consumo constante de notícias negativas, que pode impactar o bem-estar.
Em 2020, a jornalista Karen Ho lançou um bot no Twitter para lembrar usuários de interromper a leitura de más notícias à noite. A ideia era incentivar pausas e reduzir a exposição a conteúdos alarmistas.
Possíveis caminhos
Especialistas apontam que a tecnologia pode, em algum momento, oferecer ferramentas para reduzir esse hábito. A discussão envolve ajustes de uso, filtros de conteúdo e alertas personalizados.
Abordagens de saúde digital sugerem reduzir telas, priorizar fontes confiáveis e reservar momentos para descanso. Dados mostrados pelo estudo não refletem recomendações médicas, apenas a prática observada.
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