- A frequência cardíaca varia por idade, condicionamento físico, doenças e fatores como estresse, sono, temperatura e cafeína; não é uma cifra fixa.
- Em adultos saudáveis em repouso, a faixa normal fica entre 60 e 100 batimentos por minuto; no dia a dia, costuma ficar entre 55 e 85 bpm.
- Atletas em repouso podem apresentar entre 40 e 50 batimentos por minuto, o que pode indicar boa condição física.
- Um estudo de 2010 associou frequência cardíaca em repouso acima de 84 bpm ao longo de cinco anos a um aumento de 55% no risco de morte cardiovascular e 79% na mortalidade por todas as causas.
- Procure médico se houver dor no peito, palpitações, desmaios, falta de ar ou sensação de desmaio; histórico de problemas cardíacos ou ocorrências sem motivo também justificam avaliação.
A frequência cardíaca varia bastante entre pessoas e ao longo do dia. Fatores como idade, condicionamento, doenças cardiovasculares, estresse, sono, temperatura e cafeína influenciam os batimentos. A genética também pode entrar nesse conjunto.
O coração não mantém um ritmo fixo. Em esforço físico, ele acelera para levar mais oxigênio aos músculos; em repouso, tende a diminuir. Entre fontes médicas, 60 a 100 bpm em repouso é considerado normal para adultos saudáveis.
Em geral, os batimentos de adultos em repouso costumam ficar entre 55 e 85 bpm. Atletas podem medir entre 40 e 50 bpm. Um estudo de 2010 associou taquicardia crônica a maior risco de mortalidade cardiovascular e de todas as causas.
Faixas normais por idade
- Nascimento até 4 semanas → 100 a 205 bpm
- 4 semanas a 1 ano → 100 a 180 bpm
- 1 a 3 anos → 98 a 140 bpm
- 3 a 5 anos → 80 a 120 bpm
- 5 a 12 anos → 75 a 118 bpm
- 13 a 17 anos → 60 a 100 bpm
- 18 anos ou mais → 60 a 100 bpm
Taquicardia é batimento acima do normal; bradicardia, abaixo. Nem sempre é motivo de alarme: pode refletir ajuste do organismo a esforço ou a medicamento. Em caso de dor no peito, palpitações intensas, desmaio, falta de ar ou desmaio, procure orientação médica.
Se houver histórico de problemas cardíacos na família ou surgirem sintomas sem explicação, é recomendável consultar um profissional de saúde para avaliação adicional.
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