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Maxiane se emociona ao lembrar situação com o filho antes do diagnóstico de TEA

Maxiane relembra a luta pelo TEA do filho Joaquim e mostra como o Big Brother Brasil abriu portas para o tratamento adequado

Maxiane se emociona ao relembrar de situação com o filho antes de diagnóstico de TEA: 'Estava infeliz'
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  • Maxiane, ex–participante do BBB 26, revelou que o filho Joaquim, de três anos, recebeu diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), nível 1 de suporte, em 2026, após anos de suspeitas.
  • A mãe percebia sinais desde a infância, como dificuldades de sono, hiperfoco em animais (especialmente cavalos), apego a um brinquedo e atraso de fala.
  • Durante a escolarização, ela, que era professora, observou problemas de comunicação e coordenação motora, mesmo com acompanhamento, e decidiu pela terapia ocupacional.
  • A participação no BBB ajudou a facilitar o acesso de Joaquim ao tratamento, com retorno a neurologista e terapias, além de novos relatórios médicos.
  • A mãe relata avanços do filho após as terapias, como melhoria na fala e na interação, ressaltando o impacto positivo do tratamento na vida dele.

Maxiane, ex-participante do BBB 26, revelou o diagnóstico de TEA — Transtorno do Espectro Autista — do seu filho Joaquim, de três anos. O diagnóstico foi confirmado em 2026, após três anos de suspeitas e investigações. A revelação ocorreu durante participação no podcast PodDelas.

A mãe solo descreveu sinais observados desde a infância do menino, como alterações de sono, hiperfoco em animais (especialmente cavalos) e necessidade de repetição de objetos. Ela também relatou dificuldades de coordenação motora e atraso na fala ao ingressar na idade escolar.

Ao longo do tempo, Maxiane percebeu a diferença entre o desenvolvimento do filho e o de outras crianças, sem entender a época que precisava de avaliação. Ela afirmou que as manifestações eram inicialmente atribuídas a rotinas agitados ou sonhos, e que só mudou com o diagnóstico.

Reconhecimento e tratamento

Após obter o diagnóstico, Joaquim passou a receber acompanhamento especializado. A mãe relatou ter iniciado sessões de terapia ocupacional por conta própria, antes de confirmar o TEA, para entender o que ocorria com o filho.

Em entrevista, Maxiane recordou uma festa de estímulos visuais e sonoros que deixou Joaquim deslocado emocionalmente, algo que a fez compreender a necessidade de orientação profissional. A pediatra e a fonoaudióloga foram citadas como profissionais-chave na avaliação.

A participação no BBB, segundo a ex-BBB, abriu portas para novas oportunidades de tratamento. Ela afirmou ter retomado consultas com neuropediatra em Recife (PE) e apresentado novos relatórios que respaldam o diagnóstico. O acompanhamento terapêutico, segundo ela, trouxe melhorias no uso de linguagem e na interação social de Joaquim.

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