- Casal de Ibirité, em Belo Horizonte, acreditava que o marido já era vasectomizado após exame com resultado zerado 60 dias após o procedimento realizado pelo SUS em setembro de 2024.
- A dona de casa Camila Duarte, 25 anos, começaram a sentir enjoos e, por precaução, fizeram um teste que confirmou gravidez; ultrassom apontou 10 semanas de gestação.
- Mesmo com o teste positivo, o casal confirmou a gravidez com novo ultrassom e recebeu a informação de que Camila está com 34 semanas, com parto previsto para maio.
- O espermograma feito no mesmo dia não condizia com vasectomia, o que gerou dúvidas e dificuldade de retorno médico imediato para esclarecer a situação.
- André pretende refazer a vasectomia, e a família se prepara para a chegada da menina Cecília, a terceira filha do casal.
Camila Duarte, 25, de Ibirité, MG, celebrou a vasectomia do marido, mas começou a passar mal com enjoos matinais. Um ano após o procedimento, o casal descobriu que poderia haver gravidez novamente.
O marido, André Gabriel Ermando, 27, fez a cirurgia pelo SUS em setembro de 2024. Um espermograma 60 dias depois apontou zero espermatozoides, o que levou o casal a acreditar que não haveria filhos adicionais.
Mesmo com o resultado, Camila fez um teste de gravidez que deu positivo. Um ultrassom mostrou 10 semanas de gestação. O atendimento revelou inconsistência com vasectomia antiga, gerando dúvidas sobre o acompanhamento médico.
Confirmação clínica e próximos passos
André repetiu o espermograma, mas a clínica questionou o motivo do exame, já que a vasectomia não estava confirmada como reversível. O casal aguarda orientação médica sobre a continuidade do acompanhamento.
Diz Camila que a expectativa é de uma menina, Cecília, que deve nascer em maio. O casal tem outros dois filhos: Enzo, de 7 anos, e Davi, com 1 ano e 9 meses.
André informou que pretende realizar novo procedimento para evitar novas surpresas. Enquanto isso, a família segue com a preparação para a chegada da nova integrante.
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