- Sasha Goreshtein decidiu ter o segundo filho com o ex-parceiro, pensando no futuro do filho mais velho e no vínculo entre irmãos.
- Ela conheceu o pai dos filhos no início dos seus trinta, engravidando seis meses após o começo do relacionamento; o casal já morava em casas separadas quando o filho mais velho quase completava dois anos.
- Ao chegar aos quarenta, Sasha repensou os planos de família e optou por ter outra criança com o pai que sempre esteve presente na vida da criança.
- A co-parentalidade ficou acima do romance: mesmo com o relacionamento romântico instável, ela queria manter uma parceria estável para criar os filhos.
- A decisão envolveu uma gravidez desafiadora, mas hoje ela celebra a proximidade entre os dois filhos e acredita ter tomado a escolha certa para eles.
Sasha Goreshtein decidiu manter o foco nos filhos após a separação. Ela escolheu ter o segundo filho com o ex-parceiro para valorizar o vínculo entre irmãos e a estabilidade da família. A decisão ocorreu quando se aproximava dos 40 anos.
A trajetória começou com o fim do relacionamento pouco antes do nascimento do segundo filho. O casal já morava em casas diferentes quando o primeiro filho se aproximava dos 2 anos, mas a co-parentalidade foi o eixo da escolha.
Ao explicar a ideia, Sasha afirmou ter pensado na consistência do afeto e da presença dos dois pais na vida da criança, independentemente de o relacionamento romântico seguir ou não. A intenção foi garantir apoio mútuo para a família.
Co-parentalidade acima do romance
Para Sasha, a relação amorosa ficou instável, mas a capacidade de criar os filhos juntos não depende disso. Ela ressaltou que, mesmo com o fim do romance, é possível manter uma parceria estável para a criação.
A decisão não foi tomada de forma impulsiva. A reflexão considerou a necessidade de oferecer ao filho mais velho um irmão, fortalecendo o suporte emocional da família. A ideia nasceu da experiência observada na própria infância.
Sasha destacou ainda os desafios da gravidez em segunda gestação, enfrentando dificuldades físicas e emocionais. Hoje, ao ver os filhos juntos, ela reconhece a escolha como adequada e busca manter o vínculo entre eles como prioridade.
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