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Musculação pode ajudar na fibromialgia, aponta estudo

Treinos de força adaptados podem reduzir a dor, melhorar sono e mobilidade, aumentando a qualidade de vida de quem tem fibromialgia

A prática de musculação pode fazer parte do tratamento da fibromialgia quando realizada com orientação adequada
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  • A musculação pode fazer parte do tratamento da fibromialgia quando praticada com orientação adequada e de forma gradual, respeitando limitações individuais.
  • A fibromialgia é uma síndrome com dor generalizada, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, alterações de humor e sensibilidade aumentada à dor.
  • O fortalecimento muscular pode aumentar a resistência, melhorar a funcionalidade e a qualidade do sono, ajudando a reduzir limitações causadas pela dor.
  • Cuidados: iniciar com carga e intensidade suaves, observar a recuperação, a frequência dos treinos e os períodos de maior fadiga para evitar piora temporária dos sintomas.
  • A musculação pode ser combinada com atividades como caminhada, aeróbicos leves, alongamentos, hidroginástica e mobilidade, visando uma rotina ativa sustentável.

A musculação pode fazer parte do tratamento da fibromialgia quando realizada com orientação adequada. Durante muito tempo, acreditou-se que pessoas com a síndrome deveriam evitar atividades físicas intensas. Hoje, o sedentarismo é visto como um fator que agrava os sintomas.

A fibromialgia é uma condição crônica marcada pela dor generalizada, fadiga e distúrbios do sono. Além disso, pode alterar a concentração, o humor e a sensibilidade à dor. A origem exata ainda é estudada, mas envolve alterações no processamento de estímulos dolorosos pelo sistema nervoso.

Sim. Pessoas com fibromialgia podem praticar musculação, em geral como parte de estratégias para melhorar a qualidade de vida. O reforço muscular aumenta a resistência, a funcionalidade e pode reduzir limitações impostas pela dor.

O que é fibromialgia

A síndrome se caracteriza pela dor generalizada no corpo, acompanhada de fadiga persistente, sono prejudicado e dificuldade de concentração. Sintomas podem variar em intensidade ao longo do tempo, influenciando a rotina diária.

Seus efeitos costumam incluir alteração de humor e maior sensibilidade à dor. Pesquisas indicam participação de alterações no processamento nervoso dos estímulos dolorosos.

Benefícios da musculação

Quando bem orientada, a musculação eleva a força muscular e a mobilidade. Mantém o sedentarismo afastado e melhora a disposição, além de potencialmente favorecer o sono e a autonomia em atividades diárias.

A prática regular também auxilia no controle do estresse e na sensação de incapacidade associada à dor crônica. Os ganhos são maiores com progressão gradual da carga.

Cuidados ao treino

Respeitar os limites do corpo é essencial. Aumentos bruscos ou exercícios muito intensos podem piorar temporariamente os sintomas. Iniciar devagar e evoluir com cautela é recomendado para reduzir desconforto.

É importante monitorar a frequência, o tempo de recuperação e o nível de fadiga. Dores intensas em determinados períodos devem orientar ajustes na rotina.

Combinação de atividades

A musculação nem sempre é suficiente sozinha. Caminhadas, exercícios aeróbicos leves, alongamentos, hidroginástica e mobilidade costumam complementar o tratamento. O objetivo é manter uma rotina ativa e sustentável a longo prazo.

Exercício físico, incluindo musculação, integra o conjunto de estratégias para preservar a funcionalidade e melhorar a qualidade de vida, mesmo sem uma cura para a fibromialgia.

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