- A psicóloga Begoña G. Larrauri defende enfrentar a menopausa na origem, não apenas amenizar os sintomas, em entrevista ao La Vanguardia.
- Ela comenta isso em seu último livro, que trata de perimenopausa, menopausa e os períodos de reflexão que acompanham essas fases.
- Segundo a especialista, a forma como se interpreta a menopausa muda a experiência: enxergá-la como obstáculo aumenta o mal-estar, enquanto encará-la como processo natural reduz impactos emocionais.
- O tema inclui ainda como mulheres lidam com estresse e ansiedade durante essa fase, levando em conta mudanças biológicas e o contexto de vida.
- A ideia central é de que a idade pode trazer oportunidades: aos cinquenta parece tarde, aos sessenta pode ser o auge e aos setenta, ver os sessenta como oportunidade maravilhosa.
Begoña G. Larrauri, psicóloga, compartilha em entrevista ao La Vanguardia insights sobre a transição da menopausa e como enfrentá-la. A especialista ressalta que problemas nessa fase não devem ser reduzidos a sintomas isolados, mas compreendidos em sua raiz emocional.
Segundo a profissional, a forma como a mulher encara a menopausa influencia significativamente o bem-estar. Veja essa fase como parte natural da biologia e do desenvolvimento pessoal pode reduzir a sensação de sobrecarga e melhorar a resposta ao estresse.
Larrauri também aborda a relação entre mudanças hormonais e reações emocionais, destacando que a percepção de obstáculo aumenta o impacto negativo. Por outro lado, interpretar a menopausa como processo sabido e gerenciável favorece o equilíbrio emocional.
A autora tem explorado esse tema em seu mais recente livro, onde defende estratégias que promovem enfrentamento adequado desde a origem do problema, abrindo espaço para reflexão sem rejeitar as mudanças naturais do corpo feminino.
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