- Shaquille O’Neal, aos 54 anos, revelou que está usando o medicamento GLP-1 chamado Zepbound para ajudar no tratamento de apneia obstrutiva do sono (OSA) e manter sua agenda cheia.
- Os GLP-1s são usados principalmente para obesidade e diabetes, mas também têm mostrado benefícios em outras condições de saúde, incluindo melhoria de sono e redução de certos impactos da dependência, conforme citado na matéria.
- A farmacoterapia vem acompanhada de mudanças de estilo de vida, como alimentação balanceada, atividade física regular e caminhadas.
- A divulgação de O’Neal se insere em tendência de celebridades que falam sobre uso de GLP-1, o que também alimenta debate sobre estigma e padrões de aparência.
- Especialistas destacam que conversas transparentes sobre jornadas de perda de peso podem ajudar fãs a manter padrões de beleza mais realistas e saudáveis, sem julgamentos.
Shaquille O’Neal, 54, revelou à GQ que usa GLP-1 para lidar com um sono obstrutivo moderado a grave. O astro aposentado da NBA mencionou que, além do trabalho com Dunkman, está estudando criminologia e mantendo a agenda cheia com projetos de negócio e educação.
O medicamento utilizado por ele é o Zepbound, aprovado pela FDA para OSA em adultos com sobrepeso. A justificativa do ex-jogador foi reduzir os impactos da apneia, como ronco e fadiga diurna, para manter o foco em sua rotina.
O uso de GLP-1 é cada vez mais discutido entre celebridades, gerando debates sobre imagem corporal e saúde. Estudos indicam que os fármacos também podem reduzir riscos de dependência e ajudar condições como PCOS, além de efeitos na apneia do sono.
GLP-1 e imagem corporal
A discussão pública sobre transformações corporais promovidas por GLP-1 tem ganhado espaço, com críticas e questionamentos sobre padrões de beleza. Coaches, fãs e personalidades acompanham os relatos com ceticismo ou apoio.
Especialistas destacam que a transparência de celebridades pode estimular padrões realistas, desde que não haja cobrança ou estigmatização. Um estudo da Rice University aponta que usuários enfrentam julgamentos sociais diferentes de quem perde peso por métodos tradicionais.
Estigma e saúde
A conversa sobre GLP-1 inclui o risco de estigma, inclusive para quem usa o medicamento por questões de saúde, como OSA. Profissionais lembram que fatores genéticos e metabólicos também influenciam peso e bem-estar, não apenas a disciplina.
No debate público, há relatos de críticas nas redes e debates sobre responsabilidade de anúncios de celebridades. Especialistas ressaltam a necessidade de informar sem disseminar desinformação ou pressão externa sobre corpos.
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