- No dia 12, o Dia dos Namorados é visto como uma data e não muda a vida ou o valor pessoal; não define futuro nem capacidade de amar.
- A psicóloga Larissa de Castro Ribeiro afirma que quem está solteiro pode sentir pressão, mas é possível cuidar da saúde mental buscando autocuidado.
- Quando o peso da data aperta, ficar longe das redes sociais pode ser um ato de cuidado, especialmente para quem não deseja relacionamento.
- Recomenda-se descansar, estar com amigas, cozinhar, presentear a si mesmo, assistir a séries ou jogar para se distrair por alguns minutos.
- Se o dia pesar, respire; valorize a própria companhia e a sua trajetória, celebrando o que há de positivo e acolhendo a tristeza quando houver.
No Dia dos Namorados, muitas pessoas solteiras sentem a pressão de estar sozinhas e a sensação de ficarem para trás. A psicóloga Larissa de Castro Ribeiro publicou orientações para preservar a saúde mental nessa data, em 12 de junho. As sugestões foram divulgadas em seu perfil nas redes sociais.
A especialista reforça que a comemoração é apenas mais um ponto no calendário, sem alterar quem você é nem o seu valor. Relações podem trazer afeto, mas não definem sucesso, completude ou futuro. A vida continua independente de encontrar alguém.
Mesmo entendendo isso, a pressão costuma aumentar. Distanciar-se das redes sociais pode ser um cuidado válido para quem se sente sobrecarregado. A psicóloga incentiva o descanso e o convívio com pessoas próximas como formas de enfrentar a data.
Recomendações da psicóloga
Para enfrentar o dia, a autora sugere atividades de autocuidado e convívio com amigas ou pessoas queridas. Cozinhar, presentear-se, assistir a uma série ou jogar podem ajudar a desconectar e reduzir a melancolia.
A defesa de Larissa é clara: cuidar de si é um gesto poderoso em meio às comparações. Se a data pesar, respirar e lembrar que é uma experiência passageira ajuda a manter o equilíbrio. Caso haja amor para celebrar, celebre; se houver tristeza, acolha.
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