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Mãe e filha com condição genética rara chamam atenção

Mãe e filha com piebaldismo ganham visibilidade online ao divulgar a condição, promovendo informação e autoestima

Pamella e a filha Vitória compartilham a mesma condição genética, o piebaldismo — Foto: Reprodução/ Instagram
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  • Pamella Sandy Amâncio, de trinta e três anos, e a filha Vitória compartilham o piebaldismo, condição genética que causa áreas sem pigmentação na pele e nos cabelos.
  • Vitória, com um ano e cinco meses, já nasceu com uma mecha branca e, alguns meses depois, surgiram manchas na pele que formam um “mapa” característico.
  • A condição é presente desde o nascimento, não oferece risco à saúde e difere do vitiligo; o piebaldismo é raríssimo e não é contagioso.
  • A dupla está viajando pelo Brasil em um veículo 4×4 desde janeiro, buscando informar e desmistificar o piebaldismo, respondendo à curiosidade e preconceitos.
  • Pamella trabalha para promover autoestima e representatividade, dizendo que ser rara é incrível e que Vitória deve se sentir vista, amada e sem vontade de se esconder.

Pamella Sandy Amâncio, 33, e a filha Vitória chamam a atenção por viverem com piebaldismo, condição genética rara que causa áreas sem pigmentação na pele e nos cabelos. A família está em viagem pelo Brasil desde janeiro, em um veículo 4×4, levando informação e representatividade sobre o tema.

Vitória nasceu com uma mecha branca no cabelo, sinal visível do piebaldismo herdado da mãe. As manchas na pele surgiram nos primeiros meses de vida, quando o sol as ressaltou, formando um mapa único do corpo. A condição está presente desde o nascimento e não oferece riscos à saúde.

Mãe e filha moram em Vinhedo, no interior de São Paulo, e decidiram compartilhar o dia a dia nas redes sociais. Pamella usa as plataformas para esclarecer o que é piebaldismo, desmistificar preconceitos e mostrar que a diferença pode ser motivo de orgulho. A própria experiência cotidiana é centrada na autoestima e na representação.

Representação e impacto

A convivência com comentários questionadores, alguns associados a percepções de vulnerabilidade, não reduz a confiança de Pamella. Ela defende que o piebaldismo não é doença, não é vitiligo e não é motivo para pena, enfatizando que as áreas despigmentadas já existem desde a gestação.

Pamella também relata encontros positivos com outras pessoas que compartilham histórias semelhantes, termos que fortalecem a rede de apoio. A influenciadora destaca a importância de disseminar informações precisas e de ampliar o entendimento público sobre a condição.

Objetivo e futuro

A mãe afirma que o objetivo é permitir que Vitória se reconheça como pessoa única, sem esconder a aparência. Em seu relato, Pamella expressa o desejo de que o piebaldismo ganhe espaço na percepção mundial como uma característica normal, celebrando a diversidade.

A trajetória atual busca combinar visitas a diferentes regiões com produção de conteúdo educativo. O foco está em mostrar a vida real, a saúde dos membros da família e os desafios da maternidade, sempre mantendo a neutralidade e o respeito.

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