- Pele oleosa e acneica são distintas, mas compartilham práticas eficazes: limpeza adequada, tratamento direcionado e proteção solar diária.
- Produtos de textura leve (gel ou gel-creme), comrótulos não comedogênicos e oil-free, são indicados; ingredientes como ácido hialurônico, glicerina, niacinamida e ceramidas costumam ser bem tolerados.
- Evite exageros: usar muitos ativos ao mesmo tempo (ácidos, retinoides, esfoliantes físicos) pode irritar a pele e piorar a barreira cutânea.
- Erros comuns: manipular espinhas, dormir sem remover maquiagem, compartilhar itens de higiene e abandonar o tratamento precocemente.
- Dicas adicionais: manter hidratação para a barreira da pele, controlar o estresse e dormir bem, e lavar o rosto duas vezes ao dia para ajudar a controlar a oleosidade.
A dermatologista Vanessa Mussupapo, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, compartilhou com a Marie Claire orientações sobre controle da oleosidade e redução de cravos e espinhas. As recomendações abrangem limpeza, tratamento e fotoproteção diárias.
Segundo a especialista, pele oleosa e acneica exigem poucos pilares: limpeza adequada, tratamento específico e proteção solar. A combinação visa reduzir lesões sem agredir a barreira cutânea.
Na prática, a rotina sugerida começa com sabonete facial, seguido por ativos apropriados, hidratação e proteção solar. Texturas leves e formulações não comedogênicas são preferidas.
A médica recomenda produtos com ácido hialurônico, glicerina, niacinamida e ceramidas, que costumam ter boa tolerância. A ideia é controlar a acne preservando a barreira cutânea.
É crucial introduzir ativos gradualmente, evitando concentrações elevadas de ativos de uma vez. O excesso pode ressecar e irritar a pele, piorando a inflamação.
Entre os erros comuns estão exagerar em ácidos e esfoliantes, combinar muitos produtos e não respeitar a adesão ao tratamento. Esses hábitos aumentam irritação e vermelhidão.
Manter higiene e evitar manipular espinhas, dormir com maquiagem e usar cosméticos inadequados também são medidas relevantes. Compartilhar itens de higiene eleva risco de contaminação.
A especialista alerta ainda para fatores que complicam o controle, como estresse, privação de sono e baixa adesão ao protetor solar diário. Eles elevam risco de manchas e cicatrizes.
Por fim, destaca que a hidratação não é sinônimo de oleosidade. Manter a pele bem hidratada ajuda a barreira e a tolerância aos tratamentos.
A frequência ideal de lavagem do rosto é duas vezes ao dia, pela manhã e à noite. Lavagens excessivas podem irritar a pele e aumentar a sensação de oleosidade.
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