- A psicóloga Thaís Sobhie Navarro aponta que falar com plantas não é sinal de transtorno, mas expressão de afeto e de presença na rotina.
- O ato não busca uma resposta literal; é ligado à organização interna dos pensamentos e à necessidade de conexão com o ambiente.
- Praticar isso pode favorecer bem-estar e equilíbrio emocional ao ativar circuitos cerebrais ligados à recompensa e ao prazer.
- O benefício está no cuidado, na atenção e na pausa que acompanham esse comportamento, respeitando o tempo de crescimento das plantas.
O hábito de falar com plantas não é sinal de patologia, aponta a psicóloga Thaís Sobhie Navarro. Ela atua na área de Saúde Digital do Grupo Fleury e comentou como esse comportamento pode revelar formas de conexão e significado no dia a dia.
Segundo a especialista, o ato não busca uma resposta literal das plantas. Em vez disso, ele expressa afeto, ajuda a organizar pensamentos e promove presença no cotidiano. Do ponto de vista psicológico, cuidar de elementos naturais pode influenciar bem-estar e equilíbrio emocional.
Navarro ressalta que o benefício não está apenas na fala em si, mas no contexto de cuidado, atenção e pausa que o hábito proporciona. Além disso, o tempo de crescimento das plantas exige paciência e respeito, conectando a pessoa a processos que não são imediatos.
Conexão entre humanos, plantas e objetos
Essa relação vai além do diálogo com as plantas e envolve como as pessoas se relacionam com o entorno. A psicóloga destaca que esse tipo de interação pode favorecer circuits cerebrais associados à recompensa e ao prazer, contribuindo para a sensação de conforto emocional.
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