- Em 2025, o SUS registrou mais de 258 mil internações de idosos após quedas, com 8.500 mortes.
- Cerca de 70% das mortes acidentais entre idosos com mais de 75 anos estão relacionadas a quedas.
- A geriatra Elisangela Chaves afirma que sempre há sinais de que o acidente pode ocorrer, como dificuldade para levantar e marcha mais lenta.
- Recomenda-se adaptar a residência: iluminação adequada, corredores bem iluminados, retirar tapetes soltos, pisos antiderrapantes, barras de apoio e elevação de assento.
- Essas medidas visam evitar desdobramentos mais graves, especialmente porque a maioria dos casos ocorre em casa.
Em 2025, o SUS registrou mais de 258 mil internações de idosos após quedas, com um total de 8.500 óbitos. Os dados apontam a queda como grande problema de saúde pública entre pessoas na faixa idosa.
Cerca de 70% das mortes acidentais entre idosos com mais de 75 anos estão relacionadas a quedas, segundo o Ministério da Saúde. O dado reforça a necessidade de prevenção e vigilância contínua.
A geriatra Elisangela Chaves comenta que há sinais de risco antes de ocorrer o acidente. Dificuldade para levantar do sofá, da cadeira, marcha reduzida e queda de rapidez no passo indicam maior vulnerabilidade.
A especialista reforça que o ambiente domiciliar é crucial para evitar desdobramentos graves. Iluminação adequada, corredores bem iluminados, retirada de tapetes soltos e pisos escorregadios ajudam a reduzir o risco.
Medidas preventivas em casa
Barras de apoio no banheiro e nos corredores são recomendadas, assim como assentos elevados em áreas de uso comum. Adaptações simples ajudam a facilitar a mobilidade e diminuem a chance de quedas durante a noite.
O foco é manter áreas de circulação claras, com iluminação noturna acessível e dispositivos que auxiliem a transferência de posição. A ideia é reduzir vulnerabilidade sem restringir a independência do idoso.
As autoridades de saúde destacam que a prevenção em casa deve ser acompanhada de avaliação médica periódica. Questões como uso de medicações, equilíbrio e visão devem ser monitoradas para reduzir riscos.
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