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Cuidados ao usar o ar quente do carro no inverno, veja dicas

Aquecimento excessivo pode provocar sonolência; mantenha 21°C a 23°C, desligue o ar de três a cinco minutos antes do destino e troque o filtro da cabine

Passageiros se aquecendo no carro
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  • Com a onda de frio chegando ao Sul e Sudeste, motoristas recorrem ao ar quente para enfrentar as baixas temperaturas.
  • A temperatura interna ideal fica entre 21°C e 23°C; ambientes muito quentes podem provocar fadiga e sonolência.
  • Desligar o aquecimento de três a cinco minutos antes do destino ajuda a evitar choque térmico e reduz a umidade no sistema de ventilação.
  • O filtro de cabine sujo reduz a qualidade do ar e pode espalhar fungos, ácaros e bactérias; recomenda-se substituir a cada 10 mil a 15 mil quilômetros ou uma vez por ano.
  • O ar-condicionado deve funcionar no inverno para manter o sistema lubrificado e evitar vazamentos; em carros com climatização automática, ele trabalha junto com o aquecimento para controlar a umidade.

Com a intensificação de uma nova onda de frio no Sul e Sudeste, motoristas recorrem ao ar quente para enfrentar as baixas temperaturas. Em cidades gaúchas, mínimas próximas de 3°C foram registradas, enquanto São Paulo enfrentou cerca de 12°C pela manhã. O uso do sistema de climatização, no entanto, exige cuidado para evitar problemas de saúde e embaçamento dos vidros.

O objetivo é manter o conforto sem exageros. A temperatura ideal fica entre 21°C e 23°C, garantindo bem-estar sem fadiga. Ambientes muito quentes reduzem a atenção e aumentam a sonolência, principalmente em viagens longas.

É recomendável alternar entre circulação interna e entrada de ar externo para renovar o oxigênio. Em veículos com aquecimento convencional, ligar o ar quente logo após a partida não é benéfico e pode atrasar o atingimento da temperatura ideal. Já nos modelos elétricos, o aquecimento é mais rápido, mas o cuidado persiste.

Antes de chegar ao destino, desligue o ar quente de três a cinco minutos. A medida evita choque térmico ao sair do carro. Também ajuda a reduzir a umidade acumulada, prevenindo odores e o crescimento de fungos nos dutos.

O filtro de cabine ganha importância no inverno, quando as pessoas passam mais tempo com vidros fechados. Filtros saturados reduzem o fluxo de ar e podem espalhar fungos, ácaros e bactérias, agravando alergias e respiratórios.

A regra geral das montadoras é trocar o filtro a cada 10 mil a 15 mil quilômetros, ou uma vez por ano. Em áreas com muita poeira ou uso intenso urbano, o intervalo pode ser menor.

Ar-condicionado também no inverno

Muitos acreditam que o ar-condicionado deva ficar desligado durante o frio. O recomendado é manter o compressor ativo para manter lubrificação de mangueiras, vedações e componentes internos, reduzindo vazamentos e falhas futuras.

Em carros com climatização automática, o ar-condicionado trabalha junto com o aquecedor para controlar a umidade e evitar o embaçamento dos vidros. A prática ajuda a manter visibilidade e conforto durante a viagem.

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