- Ana Beatriz Batista, de Cajamar (SP), casou com um americano e morou com ele em vários países, incluindo Ucrânia, México e Estados Unidos, antes de retornar ao Brasil.
- Durante a relação, ficou grávida e temeu as leis da Ucrânia; após mudanças de país, voltou para o Brasil e depois para o Nordeste, buscando proteção para o bebê.
- O relacionamento ficou abusivo e, em uma discussão na rua, ela foi presa por vinte e quatro horas e teve de cumprir uma ordem de restrição para ficar afastada do filho.
- Ficou seis meses em abrigo, aprendeu inglês, trabalhou como faxineira e em salões, e conseguiu a guarda total do filho antes de decidir dividir a guarda para manter a convivência familiar.
- Atualmente aguarda o divórcio, realiza terapia e entende que se tornou mais independente e resiliente, mantendo uma relação cordial pelo bem da criança.
Ana Beatriz Batista, moradora de Cajamar, SP, viveu uma trajetória marcada por mudanças rápidas. Ela conheceu um americano durante a pandemia, casou-se e mudou-se para os EUA. A situação mudou ao longo dos meses, com crises no relacionamento e mudanças de país.
A partir de Jundiaí, Cajamar e depois outros estados, a narrativa envolve gravidez, dúvidas sobre motivações do parceiro e a decisão de sair de alguns locais. A família enfrentou incertezas financeiras e pressões psicológicas durante o período no exterior.
Mudanças de país e dificuldades
Ao longo de seus relatos, a emigrante morou na Ucrânia, no Brasil (Paraíba) e no México antes de chegar aos EUA novamente. Em cada etapa, houve insegurança financeira, isolamento e conflitos conjugais que se agravaram com o tempo.
Enfrentando a lei e a busca pela guarda
Em Nova York, uma discussão na via pública resultou na intervenção policial. Ela foi presa por 24 horas e recebeu ordem de restrição para afastar-se do filho por 90 dias. Depois, ficou 6 meses em um abrigo antes de recomeçar.
Reconstrução e novos passos
Ao retornar à vida independente, ela aprendeu inglês, encontrou trabalho e recuperou parte da guarda do filho. A mulher afirma ter decidido dividir a custódia após perceber condições estáveis para o filho.
Status atual
Hoje, a divorciada aguarda a conclusão do processo. Ela relata superação de traumas, terapia e autodescoberta. Diz ter aprendido sobre direitos de imigrantes e construir uma vida mais viável para si e para o filho.
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