Os golpes online continuam a crescer em 2025, com o WhatsApp sendo uma das principais plataformas alvo dos criminosos. Os métodos de acesso às contas variam, mas o objetivo é sempre o mesmo: roubar informações e solicitar dinheiro aos contatos da vítima. A maioria desses crimes é realizada por meio de engenharia social, onde os […]
Os golpes online continuam a crescer em 2025, com o WhatsApp sendo uma das principais plataformas alvo dos criminosos. Os métodos de acesso às contas variam, mas o objetivo é sempre o mesmo: roubar informações e solicitar dinheiro aos contatos da vítima. A maioria desses crimes é realizada por meio de engenharia social, onde os golpistas criam histórias falsas para induzir as pessoas a fornecerem dados pessoais. Um exemplo recente é o golpe de WhatsApp Spoofing, onde os criminosos assumem o controle parcial da conta para enviar mensagens sem alertar a vítima.
Outra tática comum envolve criminosos se passando por suporte técnico do WhatsApp. Eles enviam mensagens que parecem legítimas, alegando que a conta está sendo acessada em outro dispositivo e solicitando uma confirmação simples. Para ganhar a confiança das vítimas, muitas vezes incluem links que parecem oficiais. É importante lembrar que a conta oficial do WhatsApp não permite respostas, o que pode ajudar a identificar esses golpes. Além disso, os golpistas frequentemente se passam por instituições conhecidas, como bancos, alegando emergências para gerar ansiedade e facilitar o roubo de informações.
O vishing, ou golpe por telefone, também tem se tornado comum, onde os criminosos usam chamadas para criar um clima de urgência e ameaça. Recentemente, a inteligência artificial tem sido utilizada para clonar vozes e tornar esses golpes ainda mais convincentes. Os golpistas podem programar chatbots para interagir de maneira mais natural, aumentando a probabilidade de sucesso. Além disso, ofertas de emprego com números de telefone internacionais são uma nova estratégia, onde os criminosos solicitam informações pessoais em troca de pagamentos que nunca se concretizam.
Esses golpes têm se espalhado globalmente, com números de telefone de países como Indonésia, Índia e Nigéria frequentemente associados a fraudes. As vítimas são atraídas por propostas de trabalho que exigem ações simples, mas que rapidamente se transformam em esquemas complexos para roubar dinheiro. Os golpistas estabelecem um vínculo inicial de confiança, mas logo mudam a abordagem, levando as vítimas a transferirem dinheiro para contas falsas sob a promessa de comissões que nunca chegam.
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