A extensão do navegador Honey, da PayPal, tem sido elogiada por facilitar a busca de cupons online, mas agora enfrenta acusações de ser uma “fraude”. O YouTuber MegaLag publicou um vídeo que alega que o Honey “rouba dinheiro de influenciadores” ao usar um método de atribuição de última clique, que credita a venda ao último […]
A extensão do navegador Honey, da PayPal, tem sido elogiada por facilitar a busca de cupons online, mas agora enfrenta acusações de ser uma “fraude”. O YouTuber MegaLag publicou um vídeo que alega que o Honey “rouba dinheiro de influenciadores” ao usar um método de atribuição de última clique, que credita a venda ao último cookie de afiliado antes do checkout. Segundo MegaLag, o Honey troca seu cookie de rastreamento pelos de outros influenciadores, prejudicando suas comissões.
A PayPal defende que segue as “regras e práticas da indústria”, mas a insatisfação entre criadores de conteúdo é crescente. Os canais Legal Eagle e GamersNexus já entraram com processos judiciais contra a empresa. A ação do Legal Eagle, proposta em 29 de dezembro de 2024, alega que o Honey substitui intencionalmente os links de afiliados dos criadores, sem oferecer benefícios aos consumidores, resultando em perdas financeiras para os influenciadores.
O vídeo de MegaLag, que dura 90 minutos, recapitula as preocupações levantadas e inclui entrevistas com advogados sobre o processo legal. A controvérsia gerou um aumento nas reclamações contra o Honey, que é acusado de não apenas prejudicar influenciadores, mas também de não cumprir sua promessa de encontrar os melhores códigos promocionais disponíveis.
O Honey, que se apresenta como uma ferramenta para encontrar ofertas melhores durante as compras online, é criticado por frequentemente não localizar cupons eficazes ou por oferecer apenas códigos próprios, ignorando opções mais vantajosas disponíveis na internet. Essa situação levanta questões sobre a transparência e a ética das práticas de marketing da empresa.
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