Estudos indicam que os americanos utilizam, em média, 46 aplicativos móveis por mês para realizar diversas tarefas do dia a dia. A ideia de um “super app”, que unifica todas essas funções em um único aplicativo, tem ganhado destaque. Arjun Kharpal, repórter sênior de tecnologia da CNBC, afirma que “todos estamos cansados dos diversos aplicativos […]
Estudos indicam que os americanos utilizam, em média, 46 aplicativos móveis por mês para realizar diversas tarefas do dia a dia. A ideia de um “super app”, que unifica todas essas funções em um único aplicativo, tem ganhado destaque. Arjun Kharpal, repórter sênior de tecnologia da CNBC, afirma que “todos estamos cansados dos diversos aplicativos em nossos telefones”, ressaltando a conveniência e a experiência fluida que um super app pode oferecer.
Um exemplo notável desse conceito é o WeChat, da Tencent, que começou como um simples aplicativo de mensagens em 2011 e atualmente conta com mais de 1,3 bilhão de usuários ativos mensais. A popularidade dos super apps na Ásia se deve a fatores como conveniência e comportamento do usuário. No entanto, a adoção desse modelo nos mercados ocidentais, incluindo os Estados Unidos, tem sido mais lenta.
Dan Prud’homme, professor assistente da Florida International University, explica que “o ambiente regulatório nos EUA não é tão favorável ao desenvolvimento de um super app”. Ele menciona que existem proteções rigorosas em áreas como empréstimos entre pares e privacidade de dados, que dificultam a evolução de aplicativos semelhantes ao WeChat no país.
Nos últimos anos, diversas empresas de tecnologia têm se interessado em trazer o modelo de super app para os EUA. O vídeo disponível explora as razões por trás da popularidade dos super apps na Ásia, os desafios enfrentados nos Estados Unidos e a possibilidade de um super app surgir no mercado americano em um futuro próximo.
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