Na quinta-feira, o Google atribuiu a ausência do nome do presidente Joe Biden em seus resultados de busca a um “erro de dados”. Usuários relataram que, ao pesquisar por termos como “Presidentes dos EUA” e “Presidentes dos Estados Unidos em ordem”, Biden não aparecia na lista, que incluía presidentes desde George Washington até Donald Trump. […]
Na quinta-feira, o Google atribuiu a ausência do nome do presidente Joe Biden em seus resultados de busca a um “erro de dados”. Usuários relataram que, ao pesquisar por termos como “Presidentes dos EUA” e “Presidentes dos Estados Unidos em ordem”, Biden não aparecia na lista, que incluía presidentes desde George Washington até Donald Trump. A situação foi confirmada por uma busca realizada pela CNBC, que também não encontrou Biden nos resultados.
O porta-voz da empresa explicou que houve um “breve erro de dados em nosso gráfico de conhecimento” e que a situação foi rapidamente resolvida. Um gráfico de conhecimento é um sistema que armazena informações conectadas. A correção foi feita na quinta-feira, após o incidente ter sido notado na quarta.
Esse erro ocorre em um momento de turbulência para o Google, que enfrenta críticas e escrutínio global. O CEO Sundar Pichai, em uma reunião interna, reconheceu que a empresa está sob vigilância devido ao seu tamanho e sucesso, e enfatizou a importância de fornecer informações de alta qualidade e confiáveis aos usuários. Pichai também havia solicitado aos funcionários que lembrassem do papel da empresa em ser uma fonte confiável de informação.
Além disso, o Google tem enfrentado uma série de problemas com seus produtos, incluindo o lançamento do Imagen 2, que gerou controvérsias por imprecisões históricas. O CEO admitiu que a empresa “ofendeu nossos usuários e mostrou viés” em relação a esses erros. O Google também se viu no centro de alegações não comprovadas de que estaria manipulando resultados de busca relacionados a Trump, o que adiciona mais complexidade à sua situação atual.
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